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Futebol Jardim elogia sequência de Evertton Araújo e minimiza gols perdidos no Fla Bruno Braz e Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 23/04/2026 01h02 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O técnico do Flamengo, Leonardo Jardim, não poupou elogios ao volante Evertton Araújo, autor do golaço que abriu a noite rubro-negra diante do Vitória, pela Copa do Brasil, no Maracanã. "É um jogador que tem uma margem de evolução muito grande, é um jogador intenso, boa capacidade física, tecnicamente está evoluindo, hoje chutou de fora da área, faz gols. Fico satisfeito pela evolução dele. É importante nós termos jogadores competentes ali no meio-campo. Na última semana tivemos alguma dificuldade porque não tínhamos alguns jogadores, mais o Paquetá que acabou ficando de fora, e acabou que a gente apelou ao sacrifício do Evertton para jogar uma sequência de jogos seguidas, porque estávamos sem capacidade para trocar", disse o treinador. O Flamengo venceu relativamente de forma apertada, por 2 a 1, apesar de ter criado várias chances ao longo da partida. Jardim minimizou a falta de pontaria não só pela vitória, mas porque gostou da criatividade do time. Josias de Souza Ex-BRB pode encalhar na feira de delações do Master Alicia Klein Negacionista, discurso de Neymar duvida do santista Maria Prata Psicodélicos podem alterar o cérebro e o mercado Carlos Affonso Lula diz que 'regulará tudo que é digital'; falta algo? "Minha experiência no futebol diz que quando criamos um número de situações, como foi o caso desses últimos dois jogos, e não concretizamos tanto, o futuro será promissor porque vai haver um momento em que as bolas vão começar a entrar. Fico preocupado quando não criarmos. Gosto que minhas equipes criem. Porque vai haver um momento que as coisas vão correr bem. Por isso, é importante criar. Para uma equipe da dimensão do Flamengo, é importante criar um jogo ofensivo. E um jogo ofensivo é isso. Criamos 20 finalizações contra cinco do adversário. O adversário, em cinco, fez um gol. E, em 20, nós fizemos dois. O aproveitamento do adversário foi muito bom. Mas as coisas acontecem quando você cria. Um jogo ou outro, vamos criar menos números e talvez fazer mais gols", acrescentou o português. O que mais ele disse? Entradas de Saúl e Arrasca após o intervalo As duas substituições, mais do que técnicas, foram pelas dificuldades que o adversário estava colocando. Nós ganhamos só 10 duelos (no primeiro tempo). Com a entrada do Saúl no meio-campo aumentamos a envergadura, com o Bruno Henrique na ponta tivemos mais capacidade nos duelos e aí conseguimos colocar a bola no chão. Contra equipes que abusam do jogo direto não podemos entrar no jogo delas. As primeiras substituições tiveram a ver com essa situação. Por que Vitão não jogou? "O Vitão é um jogador que este ano jogou algumas vezes. No Carioca, jogou várias vezes. Hoje não foi opção por dois fatores. O Ortiz estava fresco, descansou dois jogos nos últimos 15 dias. Tenho que dar alguma sequência a ele porque é um jogador importante para nós. E, depois, hoje eu queria um jogador e mais construção. Com um bloco baixo do Vitória, muitas vezes o Ortiz, e vocês falam até que é o número 10 da defesa, é o jogador que vai procurar melhores passes entrelinhas, melhores decisões. Nessa situação eu preferi o Ortiz pelos dois fatores, para dar continuidade, porque estava descansado. E aproveitar, também, a capacidade que ele tem com equipes de bloco baixo, procurando passes interiores e mudança de flanco. Foi essa a minha decisão, mas o Vitão com certeza, no futuro, vai ter mais oportunidades. O futebol é assim". Continua após a publicidade Sequência futura fora de casa "Costumo a dizer aos meus jogadores nas equipes que trabalho, o jogo fora de casa e dentro de casa o que difere é o apoio do público, mas lá dentro temos que continuar a desenvolver nossas formas de jogar e nossas competências. Por isso, a ideia de desenvolver um jogo em casa ou fora de casa não vai mudar. Assim como fomos jogar contra o Botafogo, ou outros jogos, a ideia do coletivo fora de casa e em casa tem que ser semelhante. No Flamengo temos uma coisa boa, temos sempre nossos adeptos conosco, e isso vai permitir sempre estarmos em casa. Os adeptos, pelo que eu senti quando estava em outro clube, o Flamengo arrasta sempre muitas pessoas. Em casa ou fora, temos que ser Flamengo" As muitas opções do elenco "Às vezes os plantéis são pelas necessidades. Nesse campeonato, onde o Flamengo pode fazer 70, 80 jogos, existe uma necessidade de termos um elenco com opções para todas as posições, porque vem as lesões. Os jogadores não podem jogar os 80 jogos, não são super-homens, são humanos. Nossa equipe tem uma especificidade maior ainda, porque não somos uma equipe jovem. Vocês verificaram pelo menos em duas situações que eu tive que carregar mais o Jorginho e o Alex (Sandro), eles acabaram tendo contraturas e ficando de fora. Se fosse um jovem, talvez não acontecia. O Evertton teve a mesma carga, mas está na flor da idade. Por isso temos que ter um cuidado muito grande com nossos atletas para manter nossa equipe saudável e sempre com soluções. Quando faltar, temos as outras opções. Falei com o Arrasca antes do jogo. Eu disse "Arrasca, neste momento, o Paquetá e o Carrascal, que são os meias que fazem aquela posição, te deixaram sozinho" (risos). Por isso, temos que fazer uma gestão nesse jogo. Talvez na segunda parte você joga porque já vou precisar de ti logo a seguir e não vai dar tempo para descansar. Por isso que um clube, com as responsabilidades do Flamengo, inserido no Brasil, com esse número de jogos, é uma necessidade vital ter um elenco com pelos menos dois jogadores por posição". 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