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Análise dos Times

São Paulo

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Motivo: A matéria trata da política interna do São Paulo FC, detalhando os grupos políticos, suas articulações e a corrida pela presidência do clube. Não há um viés favorável ou contrário a um time específico dentro do contexto esportivo.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

São Paulo Julio Casares Conselho Deliberativo Carlos Belmonte Olten Ayres Marcelo Pupo Harry Massis Júnior Vinícius Pinotti Vinicius Medeiros Nelsinho

Conteúdo Original

Futebol São Paulo: dança das cadeiras na política abre corrida pela presidência Gabriel Sá Colaboração para o UOL 11/03/2026 12h21 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Vinicius Pinotti, ex-diretor de futebol do São Paulo, durante um treino do clube no CT da Barra Funda Imagem: Marcello Zambrana/AGIF Os grupos políticos que integravam a formação original da antiga Coalizão, união que elegeu Julio Casares para a presidência do São Paulo, voltaram a se reunir nos últimos dias para discutir os próximos passos da política interna. O encontro mais recente ocorreu na noite da última terça-feira e marcou uma tentativa de reorganização já de olho na eleição presidencial, marcada para o fim deste ano. A Coalizão foi formada originalmente por seis grupos políticos e sustentou a eleição de Casares. Nos últimos meses, no entanto, quatro dessas correntes deixaram a união em meio ao agravamento da crise política que culminou no impeachment do ex-presidente no Conselho. Desde então, os grupos passaram a atuar de maneira mais independente, e a reunião da última terça simbolizou o início de um processo de reorganização política. Daniela Lima Lula escolhe caminho mais difícil para Senado em SP Wálter Maierovitch Após ser sorteado, Toffoli sai pela tangente PVC Valverde faz gol de Pelé, e Real vence City Helio de La Peña Daniel Vorcaro, o rei do camarote 2.0 Ao assumir a presidência após o impeachment, Harry Massis Júnior afirmou que buscaria uma união e que não desejava um ambiente de polarização no Conselho Deliberativo. Nos primeiros dias de gestão, ele chegou a se reunir com integrantes de grupos da antiga oposição. A reportagem do UOL apurou, porém, que não houve entendimento pleno em parte das solicitações apresentadas, e as conversas não resultaram em uma harmonia total entre os blocos políticos do clube. Nova formação política O grupo atualmente no poder é o Vanguarda Tricolor, do presidente Harry Massis Júnior. Apesar de ter um número menor de conselheiros em relação a outras correntes, a ala conta com nomes influentes na política interna. O principal articulador da gestão neste início de mandato é Marcelo Pupo, ex-presidente do Conselho Deliberativo e coordenador do grupo. Leonardo Serafim, figura conhecida nos bastidores do clube, também integra o Vanguarda e exerce influência na atual administração. O grupo Legião Tricolor passou por uma troca de comando. Antes liderado por Carlos Belmonte e Nelsinho, dois nomes que atuaram no antigo departamento de futebol, o grupo passou a ser coordenado por Vinícius Medeiros. Francesco Moretto, considerado braço direito de Douglas Schwartzmann na gestão de Cotia no último ano e que segue como diretor adjunto da base, também se afastou da liderança do grupo. Belmonte, que chegou a cogitar uma candidatura à presidência do clube, está afastado do jogo político e não deve participar do processo eleitoral. Um dos grupos mais relevantes do cenário político na antiga gestão, o Movimento São Paulo (MSP), ligado a Dedé, ex-diretor do social, além de Mara Casares e Douglas Schwartzmann, passou por um processo de reformulação e até mesmo um 'rebranding'. A corrente adotou o nome Somos São Paulo (SOMOS) e terá coordenação de Leandro Alvarenga Miranda, Richard Magalhães e Antonio Maria Patino Zorz, presidente da Comissão de Ética. Dedé, antigo coordenador e alvo de inquérito policial em seu comando no departamento social, se afastou do processo político. O Força São Paulo, grupo ligado ao presidente do Conselho Deliberativo, Olten Ayres, segue sob coordenação de Luiz Prado Freire. Nos últimos dias, polêmicas envolvendo o nome de Olten provocaram divisões internas no grupo, e a expectativa é de que o processo político dos próximos meses possa gerar dissidências. No fim do último ano, Olten chegou a ensaiar uma candidatura à presidência, mas a avaliação de seus aliados é que seu nome ficou muito associado às recentes polêmicas e perdeu força. Continua após a publicidade O Participação, antigo grupo do ex-presidente Julio Casares, também passou por reorganização. Com Casares fora do jogo político, os novos coordenadores passam a ser Themistocles Almeida, Kauê Lombardi, João Farias e Daurio Speranzini. A corrente também conta com um nome importante na política: o conselheiro Vinicius Pinotti, que desponta como possível candidato à presidência. O Sempre Tricolor segue sob comando de Fernando Bracalle Ambrogi, conhecido como Chapecó, ex-diretor-adjunto do futebol profissional. O grupo ainda não definiu posição sobre o processo eleitoral. Já a antiga Oposição mantém uma articulação unificada desde dezembro. O grupo Salve o Tricolor Paulista (STP) tem coordenação de nomes como José Carlos Ferreira Alves, Caio Forjaz, José Alexandre Medicis e Miguel Augusto Sousa. Ainda não há definição sobre qual candidato o bloco apoiará, e não está descartada a possibilidade de lançar um nome próprio para a disputa. Eleição se aproximando Atual presidente do clube, Harry Massis já definiu que não será candidato à reeleição. Com a proximidade do processo eleitoral, os grupos políticos passaram a intensificar discussões sobre possíveis candidatos para a presidência executiva, além da presidência do Conselho Deliberativo e das chapas de conselheiros eleitos. O calendário eleitoral prevê que a escolha dos conselheiros ocorra nas últimas semanas de novembro, quando os sócios elegerão 100 novos integrantes do Conselho com mandato de três anos. Esse resultado é considerado decisivo para definir favoritismo no clube antes da eleição presidencial. A escolha do novo presidente do São Paulo acontece poucos dias depois, nas primeiras semanas de dezembro, em votação realizada dentro do Conselho Deliberativo. Continua após a publicidade Nos bastidores, alguns nomes já começam a ser citados como possíveis candidatos. O que aparece com mais força no momento é o do conselheiro Vinícius Pinotti. Ele ganhou projeção política após participar ativamente do processo que culminou na saída de Julio Casares da presidência. Pinotti foi diretor de futebol do São Paulo em 2017, sob a gestão de Leco. Ele foi citado por Rita de Cássia Adriana Prado como responsável pela compra do áudio que desencadeou o escândalo envolvendo um camarote no estádio do Morumbi. Com bom trânsito entre conselheiros e apoio considerável no social do clube, ele iniciou movimentos pensando em uma candidatura à presidência. Nos bastidores, existe a possibilidade de que ele conte com o apoio de Vinicius Medeiros, coordenador do grupo Legião Tricolor. O cenário ainda é considerado embrionário, mas o nome surge como uma das possibilidades mais fortes neste início de articulação política. Outros nomes também aparecem nas conversas de bastidores, como Marcelo Pupo, Marco Aurélio Cunha e Adilson Alves Martins. Até o momento, porém, não há definição clara sobre quem efetivamente participará da disputa presidencial. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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