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Análise dos Times

Vasco

Principal

Motivo: Entrevista com jogador do Vasco exalta fator casa, torcida apaixonada e maturidade do elenco

Viés da Menção (Score: 0.6)

Motivo: Reconhece estádio histórico e torcida apaixonada, sem hostilidade, mas demonstra confiança em casa

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Citado apenas como próximo adversário no Brasileiro, sem qualquer avaliação ou julgamento

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado como campeão da final passada; derrota atribuída a detalhe, sem tom contra o time

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Justiça nega liminar do Vasco para levar jogo contra o Boca Juniors para o Maracanã "A gente joga no Vasco , pô" Essa foi a reação de Paulo Henrique ao ser perguntado pelo ge sobre a semifinal da Copa Sul-Americana e uma eventual pressão da torcida do Boca Juniors. + Justiça nega liminar do Vasco para levar jogo contra o Boca Juniors para o Maracanã Ainda há indefinição quanto ao palco do jogo da volta, no Rio de Janeiro. Por regulamento, o Vasco não pode colocar a partida em São Januário por questões de capacidade mínima, mas tenta uma exceção porque acumula negativas para mandar o jogo no Maracanã. Caso consiga realizar a partida em São Januário, o estádio teria um aumento na carga de ingressos para a torcida visitante, uma vez que a Conmebol exige 4 mil ingressos para a equipe rival em semifinais intercontinentais. Para Paulo Henrique, não há dúvida de onde seria o melhor palco para o duelo. — São Januário é nossa casa, temos o apoio do nosso torcedor, mas o Maracanã comporta mais pessoas... Mas a casa do Vasco sempre será São Januário. O sentimento é que terão 4 mil torcedores deles e 20 mil torcedores nossos. Estamos na nossa casa, contamos com nosso torcedor e sei que eles vão fazer uma linda festa. Sei da força que a torcida do Vasco tem, podemos contar com a força deles. É a hora de todo mundo se abraçar e fazer a festa - afirmou o lateral, em entrevista exclusiva. 1 de 2 Paulo Henrique, do Vasco, comemora gol e vitória contra o Botafogo em 2023 — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF Paulo Henrique, do Vasco, comemora gol e vitória contra o Botafogo em 2023 — Foto: Thiago Ribeiro/AGIF Antes de pensar no Boca, a equipe enfrenta Botafogo e Remo pelo Campeonato Brasileiro. O time deixou a zona de rebaixamento na última rodada pela primeira vez desde a Copa do Mundo. O lateral-direito confessa que é difícil não pensar no confronto contra os argentinos. — O pensamento que a equipe tem desde que o Mister assumiu é ir jogo a jogo, mas é impossível não pensar no Boca Juniors. O momento é de controlar a ansiedade, temos duas batalhas importantes pela frente no Campeonato Brasileiro, e deixar esse jogo para o momento certo. Antes, temos que conquistar os resultados no Brasileiro. Temos um clássico agora, é muito importante, e controlar essa ansiedade, que é o mais importante - explicou. + Dulce Rosalina: a torcedora do Vasco que inspirou mulheres e revolucionou a forma de torcer no Brasil Paulo Henrique disse que só conhece a Bombonera por vídeos. A primeira vez dentro de campo será logo em um dos jogos mais importantes da década para o clube, mas isso não o coloca medo. — Nunca joguei lá, não conheço o estádio, mas é um estádio histórico, com uma torcida apaixonada. Mas a gente joga no Vasco, pô (risos). Nossa torcida também é apaixonada, abraça, apoia. Vai ser um momento muito importante de viver essa experiência, mas sei que o nosso torcedor estará lá para apoiar - garantiu. E quando o Zico encontrou o "Vasco" em uma aventura na Índia? Aprendizado com o vice O Vasco vive uma semifinal intercontinental pela primeira vez em 15 anos, mas o clube se colocou entre os quatro melhores da Copa do Brasil nos últimos três anos. Mesmo com campanhas irregulares no Campeonato Brasileiro, a equipe mostra força em mata-mata. — É até inexplicável, mas a gente faz valer muito o nosso fator casa em São Januário ou até quando mandamos o jogo no Maracanã com o apoio do nosso torcedor. É algo natural. Encaramos todos os jogos de maneira decisiva, como tem que ser, principalmente no Brasileiro, quando brigamos na parte inferior da tabela. Mmas a Copa tem um sentimento diferente pelo sentimento do tudo ou nada. A equipe tem se portado muito bem desde o ano passado na final que perdemos. Independentemente do jogo, nós jogamos a vida - analisou Paulo Henrique. 2 de 2 Paulo Henrique em Vasco x Fluminense, pelas oitavas da Copa do Brasil — Foto: André Durão Paulo Henrique em Vasco x Fluminense, pelas oitavas da Copa do Brasil — Foto: André Durão No ano passado, a equipe bateu na trave e perdeu a final da Copa do Brasil para o Corinthians. O lateral considera que o elenco está mais maduro após o resultado negativo e adições recentes no plantel. — Jogos decisivos, semifinal, final, são decididos no detalhe. Nós pecamos em um pequeno detalhe e a equipe adversária foi feliz. Isso define título. Nós aprendemos isso e estamos mais maduros, também temos mais atletas que vivenciaram momentos como esse. Estamos mais maduros e preparados. São semifinais difíceis, mas a equipe tem tudo para fazer grandes jogos - completou. + ✅Clique aqui para seguir o canal ge Vasco no WhatsApp 🗞️ Leia mais notícias do Vasco 🎧 Ouça o podcast GE Vasco 🎧 Assista tudo sobre o Vasco no ge, na Globo e no SporTV: 50 vídeos