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Análise dos Times

Motivo: A matéria foca na visita de Hélio Rubens ao treino do Franca, destacando a importância para o time e o filho Helinho Garcia. O time é retratado como palco de um momento familiar significativo e de continuidade de um legado.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: A seleção brasileira é mencionada para contextualizar o histórico e a importância de Hélio Rubens como figura chave para o basquete no país, de forma positiva.

Viés da Menção (Score: 0.6)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Flamengo Oscar Seleção Brasileira Franca Helinho Garcia Sesi Franca Basquete Mogi Uberlândia Hélio Rubens Garcia Champions League das Américas Instituto de Córdoba Universidad Concepción

Conteúdo Original

Hélio Rubens visita treino do Franca Basquete O último treino do Sesi Franca Basquete no Brasil antes da estreia na Champions League das Américas (BCLA) 2025/2026, no Chile, foi especial. É que, à beira da quadra e, depois, dentro dela na roda de conversa com os jogadores, estava uma lenda do basquete brasileiro: Hélio Rubens Garcia. Aos 85 anos e com movimentos comprometidos já por conta da idade, Hélio esteve acompanhado da esposa e foi amparado pelo filho, o técnico Helinho Garcia, que segue os passos do pai e é um dos técnicos mais vitoriosos do basquete nacional. No Franca desde 2016, o “herdeiro” de Helião já soma 15 títulos. 1 de 6 Helinho Garcia e o pai Hélio Rubens durante treino do Franca Basquete — Foto: Marcos Limonti/Sesi Franca Basquete Helinho Garcia e o pai Hélio Rubens durante treino do Franca Basquete — Foto: Marcos Limonti/Sesi Franca Basquete A presença de Hélio Rubens em eventos públicos é rara. Por isso, emocionou o filho, que fez o convite. - Foi bom demais. Hoje de manhã falei com a minha mãe e deu certo de receber essa energia, retribuir um pouco dessa energia, calor. Ele curte muito estar junto com os jogadores. É muito legal. - Eu fico emocionado porque o tempo voa e a gente tem que aproveitar muito. Sempre trago os ensinamentos do meu pai, de viver intensamente o momento presente, fazer tudo como se fosse a última vez. “Treino é jogo e jogo é guerra”. São conceitos de vida que a gente trás para o basquete. Tê-lo aqui em momento especial do clube me motiva muito. 2 de 6 Helinho Garcia e o pai Hélio Rubens durante treino do Franca Basquete — Foto: Marcos Limonti/Sesi Franca Basquete Helinho Garcia e o pai Hélio Rubens durante treino do Franca Basquete — Foto: Marcos Limonti/Sesi Franca Basquete Durante o treino, entre uma orientação e outra aos jogadores do Franca, Helinho sempre corria rumo ao pai para trocar rápidas palavras. Depois, o levou Hélio Rubens para dentro da quadra para um contato mais próximos com os jogadores. - Eu estava oxigenando ele ali, motivando ele a vivenciar mais uma vez isso. Falou que estava muito bom, que estava gostando muito do ritmo. É muito bom ter a presença dele, um privilégio para mim e retribuir um pouco aquilo tudo que aprendi e vivenciei ao lado dele. 3 de 6 Hélio Rubens tem camisa 8 aposentada pelo Franca Basquete — Foto: Marcos Limonti/Sesi Franca Hélio Rubens tem camisa 8 aposentada pelo Franca Basquete — Foto: Marcos Limonti/Sesi Franca O legado Além de jogar e treinar o Franca, onde é ídolo e tem a camisa 8 aposentada e exposta no Ginásio Pedrocão, Hélio Rubens também passou por Vasco e Uberlândia. Na Seleção Brasileira, também foi um dos nomes mais importantes para a modalidade. No total, em duas passagens como técnico do Brasil, Hélio Rubens conseguiu 64 vitórias em 96 partidas disputadas por 12 competições diferentes. A primeira passagem foi entre 1989 e 1990, na geração de Oscar e Marcel. O Brasil foi campeão sul-americano em 1989, pegou bronze no pré-mundial, no México, e ficou em quinto lugar no Mundial da Argentina, em 1990. 4 de 6 Foto mostra equipe do Franca em 1975, com Hélio Rubens, com a camisa 8 — Foto: Arquivo/ Franca Basquete Foto mostra equipe do Franca em 1975, com Hélio Rubens, com a camisa 8 — Foto: Arquivo/ Franca Basquete Depois, voltou em 1997, em um período de entressafra brasileira, com a aposentadoria de Oscar da camisa amarela. Em 1999, foi campeão sul-americano e ouro nos Jogos Pan-Americanos, mas não conseguiu vaga para os Jogos Olímpicos de 2000, em Sydney, na Austrália, apesar do bom jogo contra estrelas da NBA, dos Estados Unidos, no pré-olímpico. Hélio Rubens deixou a seleção em 2002 após o oitavo lugar no Mundial de Indianápolis (EUA) e contribuiu com a formação de novos atletas como Marcelinho Machado, Leandrinho, Thiago Splitter, Nenê e Anderson Varejão. Como jogador, Hélio vestiu a camisa verde e amarelo entre 1967 e 1979, com duas participações em Olimpíadas – Cidade do México 1968 e Munique 1972 –, um vice-mundial em 1970, na Iugoslávia, além de um ouro no Pan de Cali, em 1971, e quatro títulos sul-americanos. - Ele desbravou o basquete brasileiro ao lado de tantos outros. Ele não abriu mão dos valores, seja nas vitórias ou nas derrotas, e ele passou muito isso aos jogadores deles. É um legado deixado que a gente trás, com toda nossa força, para o Franca e para o basquete brasileiro – afirmou Helinho Garcia. 5 de 6 Hélio Rubens na seleção brasileira de basquete — Foto: Arquivo Família Garcia Hélio Rubens na seleção brasileira de basquete — Foto: Arquivo Família Garcia Temporada 2025/2026 A temporada do Franca basquete começou com a conquista do Paulista em cima do Mogi. No NBB, até agora, são 11 vitórias e três derrotas, com 78,6% de aproveitamento. O time está na quinta posição e busca o pentacampeonato consecutivo inédito. Nesta quinta-feira, a equipe estreia na Champions League das Américas, a "Libertadores do basquete". O Franca está no Grupo D, ao lado de Instituto de Córdoba-ARG, adversário da primeira rodada, e Universidad Concepción-CHI. 6 de 6 Helinho Garcia com elenco do Franca durante jogo contra Flamengo — Foto: Marcos Limonti/Sesi Franca Helinho Garcia com elenco do Franca durante jogo contra Flamengo — Foto: Marcos Limonti/Sesi Franca