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O Fluminense viu o departamento médico finalmente perder volume: quatro jogadores seguem em recuperação, enquanto Germán Cano já voltou aos trabalhos físicos e tenta encurtar o caminho de volta. John Kennedy, Matheus Reis e Alisson continuam fora; entre os liberados recentemente estão Ignácio, Samuel Xavier e Freytes. A preparação mira o Coritiba, no Maracanã, com Marcão tendo a maior parte do elenco à disposição. [ , ] Nos bastidores, a camisa 10 também pede atenção: Paulo Henrique Ganso voltou à titularidade sob Marcão, e uma renovação que parecia improvável entrou novamente na conversa — sem decisão oficial, por enquanto. Já Fábio ganhou os holofotes pelos 46 anos, celebrados com homenagem do Fluminense e do Cruzeiro, enquanto sua longa história sem atuar pela Seleção Brasileira reacendeu a velha pergunta sobre o reconhecimento que lhe faltou. [ , , ] O tempo, no Flu, parece ter encontrado adversários teimosos: Fábio, Thiago Silva e Hulk formam um trio quarentão que segue competitivo, cada um à sua maneira, entre rotina, controle de carga e genética. Não há receita mágica, mas há experiência suficiente para transformar os anos em argumento — e não em despedida. [ ] Na conta dos gols que mudaram partidas, John Kennedy lidera mesmo afastado, Kevin Serna vem logo atrás, e Hulk e Savarino também aparecem entre os protagonistas. São números que dão peso à expectativa para outubro, quando o Palmeiras estará do outro lado da semifinal da Libertadores e cada gol poderá mudar não apenas o placar, mas o tamanho da temporada. [ ] O calendário oferece um respiro raro: por 31 dias, o Fluminense não precisará deixar o Rio, com quatro compromissos seguidos no Maracanã antes da viagem para decidir a semifinal. No caminho estão Coritiba, Flamengo, Palmeiras e Santos; para o Fla-Flu de 11 de outubro, a CBF escolheu Rafael Rodrigo Klein para apitar. Casa conhecida, rivalidade à vista e uma sequência decisiva sem malas pelo caminho: o mês promete testar o elenco, não o passaporte. [ , ]