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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo foca na performance negativa do Brasil, destacando seu baixo aproveitamento e comparando-o desfavoravelmente a ciclos anteriores e a outras seleções.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: A Argentina é apresentada como um contraponto positivo ao Brasil, sendo a líder do ranking de aproveitamento e a atual campeã do mundo.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Dorival Júnior Carlo Ancelotti Copa do Mundo Ramon Menezes Fernando Diniz Brasil Copa América Tite Copa do Mundo de 2026 Uruguai Argentina Mundial Equador Croácia Colômbia Copa do Mundo de 2022 Qatar

Conteúdo Original

Copa do Mundo Brasil tem apenas o 39º melhor aproveitamento pós-2022 entre as 48 seleções da Copa 02/04/2026 22h15 Deixe seu comentário Nova camisa 2 da seleção brasileira, em parceria com a Jordan Imagem: Divulgação/Jordan/Nike A seleção brasileira vive um ciclo irregular desde a Copa do Mundo de 2022. Segundo levantamento da plataforma Superscore, que analisou partidas oficiais e amistosos disputados desde 2023, o Brasil soma apenas 52,4% de aproveitamento no período. O índice coloca a equipe na 39ª posição entre as 48 seleções já classificadas para o Mundial de 2026. O cenário chama atenção não só pela posição, mas pelo recorte histórico: entre os países campeões mundiais e os cabeças de chave, o Brasil aparece com o pior desempenho. No topo da lista está a Argentina, atual campeã do mundo, com 83,8% de aproveitamento no mesmo intervalo. O rival albiceleste é seguido por seleções como Marrocos (82,4%), Espanha (81,2%) e Japão (80,2%). Na outra ponta, equipes como Gana, Paraguai e Bósnia e Herzegovina aparecem com os piores índices. Mariana Sanches As nove lições de Trump de 1987 que ele ignorou no Irã Rodrigo Ratier 19 táticas de redes, games e streaming para te viciar PVC Informações e palpites para a rodada do Brasileirão André Santana Vorcaro é bom candidato a Judas nesta Páscoa O Brasil, com seus 52,4%, figura na parte inferior da tabela, superando apenas nove seleções classificadas para o Mundial, como Escócia, Catar e Nova Zelândia. Instabilidade após Qatar A campanha brasileira no ciclo pós-Copa tem sido marcada por mudanças frequentes no comando técnico e resultados oscilantes. Desde 2023, a seleção foi dirigida por quatro treinadores diferentes: Ramon Menezes (interino), Fernando Diniz, Dorival Júnior e Carlo Ancelotti, que assumiu a equipe na segunda metade de 2025. Nesse período, o Brasil disputou 35 partidas, com 15 vitórias, 10 empates e 10 derrotas. O saldo de gols também reflete a irregularidade: foram 58 marcados e 39 sofridos. Comparação com rivais sul-americanos Entre as seleções da América do Sul, que enfrentaram adversários semelhantes no período, o Brasil aparece atrás de quatro equipes: Argentina (83,8%), Colômbia (66,7%), Equador (56,8%) e Uruguai (55,3%). Continua após a publicidade A posição reforça a dificuldade da seleção em manter consistência competitiva desde a eliminação nas quartas de final da Copa do Mundo do Qatar, quando caiu para a Croácia. Além da queda de rendimento nos amistosos e nas Eliminatórias, o Brasil teve desempenho abaixo do esperado em competições oficiais. Na Copa América de 2024, a equipe foi eliminada nas quartas de final pelo Uruguai. Já nas Eliminatórias Sul-Americanas para o Mundial de 2026, terminou na quinta colocação, com 28 pontos, atrás de Argentina (39), Equador (29), Colômbia (28) e Uruguai (28). O desempenho atual contrasta diretamente com o ciclo anterior à Copa de 2022. Sob o comando de Tite, a seleção disputou 50 jogos entre 2019 e 2022, com 37 vitórias, 10 empates e apenas duas derrotas, alcançando 80,7% de aproveitamento. Naquele período, o Brasil foi líder das Eliminatórias, conquistou a Copa América de 2019 e terminou como vice na edição de 2021, evidenciando um nível de consistência que ainda não foi repetido no atual ciclo. Ranking de aproveitamento das seleções classificadas para a Copa (2023-2026): 1º - Argentina - 83,8% Continua após a publicidade 2º - Marrocos - 82,4% 3º - Espanha - 81,2% 4º - Japão - 80,2% 5º - Senegal - 75,4% 6º - Irã - 74,4% 7º - Argélia - 74% Continua após a publicidade 8º - Portugal - 72,8% 9º - Inglaterra - 72,6% 10º - França - 71,9% 11º - Áustria - 70,4% 12º - Uzbequistão - 69,7% 13º - Colômbia - 66,7% Continua após a publicidade 14º - Austrália - 66,7% 15º - Costa do Marfim - 66% 16º - Noruega - 65,6% 17º - Egito - 65,3% 18º - Croácia - 64,8% 19º - Coreia do Sul - 64,3% Continua após a publicidade 20º - Holanda - 63,2% 21º - Alemanha - 62,4% 22º - Turquia - 62,2% 23º - Bélgica - 62% 24º - República Tcheca - 61,9% 25º - RD do Congo - 61,6% Continua após a publicidade 26º - Iraque - 60,4% 27º - Tunísia - 60,1% 28º - México - 59,3% 29º - Haiti - 58,8% 30º - Suécia - 58,1% 31º - Panamá - 57,2% Continua após a publicidade 32º - Canadá - 57,1% 33º - Equador - 56,8% 34º - África do Sul - 55,9% 35º - Estados Unidos - 55,8% 36º - Uruguai - 55,3% 37º - Suíça - 55% Continua após a publicidade 38º - Cabo Verde - 53,2% 39º - Brasil - 52,4% 40º - Jordânia - 51,3% 41º - Nova Zelândia - 50% 42º - Arábia Saudita - 48,8% 43º - Catar - 48% Continua após a publicidade 44º - Curaçau - 47,9% 45º - Escócia - 45,7% 46º - Paraguai - 43,8% 47º - Gana - 41,7% 48º - Bósnia e Herzegovina - 35,5% Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. 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