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Esporte Arrascaeta tem ano digno da 10 do Flamengo e brilha até quando não faz gol Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 30/11/2025 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Siga o UOL Esporte no Carregando player de áudio Ler resumo da notícia A camisa 10 do Flamengo não passou sem ser notada na final da Libertadores. Mesmo não fazendo gol, Arrascaeta teve mais uma participação relevante em Lima e já assegura um título relevante em um ano que é histórico para si e para o time, como um todo. Não por acaso, foi eleito o craque da Libertadores 2025, na campanha que deu a ele o terceiro título da competição. No jogo decisivo, foi o autor da batida de escanteio que gerou o voo de Danilo para fazer o gol do título rubro-negro. Uma assistência na final da Libertadores não foi novidade: a torcida não se esquece do passe para o gol de empate de Gabigol contra o River, em 2019. Domitila Becker Parem de zoar os palmeirenses Casagrande O Fortaleza tem tudo para fugir do rebaixamento Milly Lacombe Posição do Corinthians no Brasileiro é um milagre Sakamoto A melhor notícia para Lula na semana que passou O protagonismo de Arrascaeta se dá em um ano no qual até o número da camisa para ele mudou. Assumiu a 10, depois que o número foi tirado de Gabigol ano passado, como forma de punição. Agora, aos 31 anos, vive ótima forma física e, sobretudo, técnica. Os números de 2025 até o momento? 60 jogos, 23 gols e 18 assistências. Isso significa que ele participou de gols em sete de cada dez jogos, aproximadamente. Em termos táticos, Arrascaeta ganhou mais liberdade com Filipe Luís, virando um segundo atacante, com liberdade para achar os espaços na faixa central do ataque — seja com Bruno Henrique ou Pedro como parceiro. Defensivamente, o time foi treinado para compensar de outra forma que não seja o sacrifício do meia em linha mais baixa de marcação. Arrasca também tem um papel de líder elevado neste ano. Passou a ostentar a faixa de capitão, revezando com Bruno Henrique, após a saída de Gerson. Continua após a publicidade Não por acaso, ele renovou contrato até o fim de 2028, com possibilidade de extensão para 2029. O fato de ser, ao lado de Bruno Henrique, o maior vencedor de títulos no Flamengo (são 16) reforça o papel de ídolo, que agora também ganha a camisa 10 como um ícone auxiliar. Eu sinto que o Flamengo é a minha casa, conheço o clube como poucos e sei o que é vestir e representar essa camisa dentro de campo. Para mim é uma gratidão que não tenho palavras para expressar. Arrascaeta, à ESPN Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora O incrível Fortaleza de Palermo tem tudo para fugir do rebaixamento SP: suspeito de arrastar mulher foi preso em 2023 por porte ilegal de arma Foragido, Ramagem desafia Moraes a enviar pedido de extradição aos EUA O futebol precisa de mais 'viados' e menos Abel Braga Com saída de David Junior, veja quem é trio finalista da Dança dos Famosos