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O Fluminense terminou o dia entre a urgência da recuperação e a cautela: a derrota por 2 a 1 para o Palmeiras na ida da semifinal trouxe também a notícia da entorse no joelho esquerdo de Martinelli, cujo retorno ainda depende da evolução no tratamento. A volta da Libertadores, portanto, ganhou um ponto de interrogação a mais. [ ] Antes da decisão, há o compromisso com o Santos — e Marcão deve poupar titulares para preservar forças. Guilherme Arana, suspenso, e Martinelli, lesionado, são baixas certas; a escalação deve ter mudanças, com Wesley Natã entre as opções para começar. É uma conta delicada: administrar o elenco sem perder de vista a disputa pelo G-4. [ ] O lado feminino trouxe um respiro vitorioso: o Fluminense bateu o Flamengo por 2 a 1 na ida das quartas de final da Copa do Brasil. Anny celebrou a força mental e o trabalho coletivo, mas lembrou que a vantagem é curta e pediu concentração e apoio da torcida para o jogo de volta. [ ] Também há reencontros no horizonte: Soteldo, contratado por R$ 30 milhões, deve encarar o Santos e poderá rever Neymar, amigo dos tempos de Vila Belmiro. A curiosidade vem acompanhada de uma cobrança silenciosa: os números modestos do venezuelano no Fluminense ajudam a explicar a indiferença de parte da arquibancada. [ ] Na análise da semifinal, a posse tricolor apareceu como domínio sem consequência: faltaram presença na área e poder de fogo, enquanto o gol de Wesley Natã nos acréscimos manteve viva a esperança. Para seguir na Libertadores, o desafio é transformar a bola em perigo e corrigir os espaços que o Palmeiras explorou. [ ] A temperatura da arquibancada também apareceu na história de Arias, vaiado e chamado de “Judas” quando enfrentou o Fluminense pelo Palmeiras. No futebol, a memória das conquistas nem sempre protege o jogador das mágoas — sobretudo quando a escolha do próximo clube pesa tanto quanto o passado. [ ]