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Foi um dia intenso no Corinthians: entre a esperança de título na Copa do Brasil e o calor das negociações, o clube virou notícia por várias frentes. Maycon aposta no fator Dorival para a semifinal contra o Cruzeiro e celebrou a vantagem de decidir em Itaquera, na Neo Química Arena [ ]. No campo individual, Breno Bidon viveu sua afirmação: virou "camisa 10" na visão de Dorival e ganhou a "bênção" de Rodrigo Garro, que voltou de lesão; Bidon seguiu como titular e tem atraído sondagens da Europa — Sporting, Benfica, Arsenal e até o Zenit — com uma oferta inglesa de 15 milhões de euros recusada; ele tem contrato até 2029, multa de 100 milhões de euros e o clube detém 90% dos direitos [ ]. Nos bastidores, Fabinho Soldado virou alvo político e pode ser demitido ao final da temporada; Fabinho tem respaldo no elenco, mas há movimento interno para sua saída, e o presidente Osmar Stabile fez defesa pública afirmando que quem decide é a presidência — tudo deve ser definido após a Copa do Brasil, segundo a apuração [ ]. Fora das quatro linhas, a direção tenta aproveitar uma "brecha" contratual com a patrocinadora máster Esportes da Sorte: a multa rescisória caiu temporariamente de cerca de R$ 100 milhões para R$ 40 milhões em outubro, e o clube recebeu ofertas em envelopes fechados que não prosperaram — entre as interessadas esteve a Betano, que chegou a avaliar o naming rights da Neo Química Arena, hoje vinculado à Hypera Pharma; o prazo para aproveitar a vantagem é curto [ ]. Entre jogos e decisões, o calendário segue: Vitória x Corinthians no Barradão e Corinthians x Grêmio em Itaquera estão próximos, e o clube faz malabarismos entre a urgência esportiva e a pressão política e comercial, enquanto a torcida acompanha cada capítulo com ansiedade [ , ].