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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: A matéria destaca a surpresa positiva da atuação corintiana, elogia a tática defensiva de Dorival Junior e descreve a vitória como 'excepcional'.

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Apesar de mencionar que o Cruzeiro pressionou e merecia o empate pelo volume, a matéria aponta a 'partida decepcionante' e o 'nervosismo cruzeirense'.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Corinthians surpreende a Fiel, o Mineirão e o Cruzeiro Juca Kfouri Colunista do UOL 10/12/2025 23h32 Deixe seu comentário Memphis Depay e Christian disputam a bola em Cruzeiro x Corinthians, pela Copa do Brasil Imagem: Gilson Lobo/AGIF Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O Corinthians surpreendeu o Cruzeiro e o Mineirão lotado no primeiro tempo. Surpreendeu até mesmo a Fiel que não esperava atuação tão boa. E não apenas por ter feito 1 a 0 em belo gol de Memphis, aos 21 minutos, depois de ele mesmo lançar Carrillo pela direita, o peruano cruzar na cabeça de Yuri e este dar para o holandês fazer o gol com sorte e maestria, depois de cabecear nas costas de Fabrício Bruno e tocar o rebote para a rede. Sakamoto Apagão em SP lembra que culpa não é do vento Casagrande Arrascaeta é o digno sucessor de Zico no Fla Tony Marlon Homens confessam feminicídio e nada acontece José Paulo Kupfer Argumentos para manter juro alto perdem força Mas porque se esperava um alvinegro defensivo e reativo e o que se viu foi um time ofensivo que logo de cara exigiu grande defesa de Cássio em cabeçada de Martínez. Verdade que Hugo também evitou gol mineiro à queima-roupa de Matheus Pereira, mas por erro da zaga e não por mérito do ataque. Pena que depois do gol quase não houve jogo, porque a catimba passou a imperar dos dois lados com muito fingimento e pouca bola rolando. O resultado por enquanto faz justiça ao andamento do clássico e o Corinthians não pode se limitar à defesa como fez no fim da etapa inicial. Como era óbvio, o Cruzeiro veio para cima e logo de cara Arroyo exigiu grande defesa de Hugo. Mas Dorival Júnior, copeiro por excelência, tinha um plano: defender, defender e defender, em busca de uma bola que permitisse o segundo gol, embora já ficasse muito feliz, esfuziante mesmo, com a vantagem mínima. Continua após a publicidade Cá entre nós, até mesmo o empate era bem-vindo e uma derrota por 2 a 1 estava longe de ser um desastre. Tática perigosa, temerária e burocrática, ainda mais em noite ruim do Cruzeiro e excelente de Carrillo. Era o Corinthians no modo Dorival em Copas. Diga-se que os corintianos se defendiam com garra há muito não vista pelos lados de Parque São Jorge. O Trem Azul atropelava o que via pela frente e Sinisterra substituiu Christian, aos 15. Desde o começo do segundo tempo que Jonathan estava no lugar de Villalba, machucado em choque com Yuri. Continua após a publicidade Com jogadores mais talentosos, o Cruzeiro exagerava nos cruzamentos, à moda antiga dos ingleses, e encontrava firmeza na zaga alvinegra. André e Vitinho, aos 20, nos lugares de Yuri e Carrillo, esgotados. Era improvável a manutenção da invencibilidade da defesa paulista na Copa do Brasil, mas o segundo tempo chegava à metade e o nervosismo cruzeirense impedia decisões mais corretas. Gabigol foi chamado por Leonardo Jardim para substituir Arroyo, aos 27. Charles e Garro entraram em seguida nos lugares de Martínez e Memphis. O holandês autor do gol, de fato, não marcava ninguém porque, definitivamente, não é a dele. Continua após a publicidade O jogo chegava aos 30 minutos e a ansiedade cruzeirense aumentava. A virada ficava a cada minuto mais distante e o empate já passava a ser uma dádiva. Riscos de tomar o segundo gol não havia. Cera havia, e Hugo foi amarelado por isso. Lucas Romero pegou Bidu e levou o amarelo que o tira do jogo da volta. Vitinho quase fez o segundo gol e pede passagem no time titular. Angileri em Bidon e Eduardo em Lucas Silva, aos 41. O Cruzeiro empilhava escanteios diante de quase 60 mil torcedores e Gustavo Henrique e André Ramalho espanavam para onde estivessem virados, em atuação exemplar. Continua após a publicidade Pelo volume no segundo tempo o Cruzeiro merecia o empate e tinha sete minutos de acréscimos para obtê-lo, mas, na verdade, fazia partida decepcionante. E só se ouvia o canto da Fiel no Mineirão. Nada está decidido, mas a vitória corintiana fora de casa é resultado excepcional e Itaquera certamente jogará no domingo, 18h. O empate bota o Corinthians na decisão. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Acordo em cima da hora salva Glauber de cassação e dá suspensão de 6 meses São Paulo comunica Luiz Gustavo, e volante deixará o clube para 2026 Senado aprova PL Antifacção com fundo pago por bets e penas até 120 anos Corintianos rumo a BH ficam sem embarcar em Congonhas: 'Um completo caos' Mercado: Arboleda sondado, Luís Castro mais perto de volta ao Brasil e mais