🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Marrocos

Principal

Motivo: O artigo destaca Marrocos como país-sede e favorito, mas também aponta a pressão por um título que não vem há 50 anos e um jogo difícil nas oitavas.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: Considerado o maior favorito e elogiado pela performance "redondinha", apesar de um susto nas oitavas.

Viés da Menção (Score: 0.5)

Motivo: Destacada pelo aproveitamento de 100%, a dupla Osimhen/Lookman e a chegada do técnico Eric Chélle.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Mencionada com 100% de aproveitamento, reforçada por jogadores de ponta e o técnico Petkovic.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Crítica forte à performance considerada a pior entre os 'grandões', com Salah e Marmoush jogando mal e uma dependência excessiva de volantes.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: Elogiada pela vitória categórica de 3 a 0 e considerada favorita contra o Egito, apesar do histórico.

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Mencionado como campeão olímpico e adversário de Marrocos, sem um viés claro na análise.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado como azarão, sem um viés claro na análise.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Mencionado pela ausência, o que reforça o aumento da competitividade, sem viés sobre o time em si.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Marrocos Egito Mendy Salah Mané Camarões Argélia Marmoush Senegal Copa Africana de Nações Gana Nigéria Costa do Marfim Lookman Mali Osimhen Koulibaly Mbaye Ounahi Eric Chélle Petkovic

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Copa Africana chega à reta final com as quartas mais 'pesadas' da história Julio Gomes Colunista do UOL 07/01/2026 05h30 Deixe seu comentário Brahim Díaz comemora gol marcado por Marrocos contra a Tanzânia na Copa Africana de Nações Imagem: Amr Abdallah Dalsh/REUTERS Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O maior campeão do continente. As duas seleções mais importantes da história da África, ambas campeãs olímpicas. O país-sede e semifinalista da última Copa do Mundo. Os últimos três campeões, com as mesmas bases das campanhas vitoriosas recentes. Não dá para pedir mais. A Copa Africana de Nações chega à reta final com as quartas de final mais pesadas de sua história e uma inédita soma de 22 títulos continentais entre as seleções ainda vivas no torneio. Tudo isso em meio à organização praticamente perfeita de Marrocos, que será uma das sedes da Copa do Mundo de 2030 e pretende receber o Mundial de Clubes da Fifa em 2029 - gramados ótimos, estádios lindos e com público razoável, sem problemas de segurança reportados. O torneio foi impecável até agora e mostrou um continente pujante, cheio de jogadores que atuam nas principais ligas da Europa - o que irrita os clubes (e daí?). São dezenas de atletas que tiveram a chance de nascer e crescer em países da Europa, longe da subnutrição, da violência, das ditaduras e das guerras que dizimam vários países africanos. Puderam estudar, jogar futebol em clubes organizados, muitas vezes defender as seleções de base dos países em que nasceram mas, na vida adulta e profissional, optaram pelas seleções de seus pais, mães, avôs, avós. As bandeiras com as quais se identificam. Por óbvio, a qualidade subiu de forma assustadora. Sakamoto Se invadir a Groenlândia, Trump implode a Otan Casagrande Seleções africanas podem chegar longe na Copa PVC Novela Kaio Jorge foi recado do Cruzeiro ao Fla Edu Carvalho Precisamos superar os tempos de surdez coletiva Na sexta-feira, Senegal jogará contra Mali - a única seleção nas quartas que nunca foi campeã, evitando a presença da Tunísia e o que seria uma inédita fase só com campeões do passado. Depois, Marrocos enfrentará Camarões. No sábado, duelarão Nigéria e Argélia e, depois, Egito e Costa do Marfim. Juntas, as oito seleções ganharam 22 dos 34 torneios até hoje disputados. Nos últimos 40 anos, ganharam 18 de 21. Dominaram as últimas quatro finais, pelo menos algum deles esteve sempre nas decisões neste século. Só está faltando na festa a seleção de Gana, que não conseguiu se classificar para a Copa Africana de Nações - o que, por si só, já mostra como a competitividade aumentou. Não está Gana, mas estão Camarões e Nigéria, campeões olímpicos de 2000 e 1996, respectivamente, berços de alguns dos maiores jogadores africanos da história e que tentam no torneio resgatar o orgulho ferido por terem ficado sem vaga na Copa do Mundo. A Nigéria ganhou todas as partidas que disputou até agora no torneio e está voando com a dupla formada por Osimhen e Lookman. A campanha complicada nas eliminatórias para a Copa foi superada pela chegada do técnico Eric Chélle, de estilo boleirão e que vem conseguindo domar as feras do vestiário. Marrocos, o dono da festa, é o time a ser batido, mas terá de fazê-lo sem o motorzinho Ounahi, lesionado. Foi um sufoco danado ganhar da fraca Tanzânia nas oitavas, com direito a pênalti não marcado para os visitantes nos acréscimos. Ficou claro que o fator casa significa apoio, mas, com ele, vem uma pressão enorme por um título que Marrocos não ganha há 50 anos. Se passar de Camarões, depois vai ter pela frente a Nigéria ou a Argélia, vizinha e rival, também com 100% de aproveitamento após ganhar na prorrogação da República Democrática do Congo. A Argélia, campeã de 2019, é outra seleção recheada de jogadores de primeira linha do futebol europeu e mantém a espinha dorsal daquele time com o acréscimo do bom técnico bósnio Petkovic, que levou a Suíça a ótimos resultados entre 2014 e 2021. Do outro lado da chave, estão o azarão Mali, Senegal, campeão de 2021, Costa do Marfim, campeã de 2023, e Egito, o maior campeão de todos os tempos, com sete taças - Camarões têm cinco, a ausente Gana soma quatro, Nigéria e Costa do Marfim, três. Continua após a publicidade Senegal, com a base de 21 e nomes como Mané, Koulibaly e Mendy, jogou uma bola redondinha até agora. É o maior, talvez único, favorito a passar das quartas. Levou um susto nas oitavas e teve de virar o jogo contra o Sudão, mostrou força e elenco, com jovens como Mbaye, 17 anos, formado na base do PSG. A Costa do Marfim, atual detentora do título, passeou por 3 a 0 contra a perigosa Burkina Faso. A história diz o contrário, mas a bola apresentada pode colocá-la como favorita contra o Egito, que, entre os "grandões", é disparado o que pior jogou. O Egito precisou da prorrogação para passar por Benim, em uma partida em que Salah e Marmoush, de Liverpool e Manchester City, jogaram um péssimo futebol. Salah ainda fez o terceiro gol no instante final da prorrogação, mas o tento só engana quem não prestou atenção no jogo. A seleção egípcia é defensiva, tem uma base de jogadores do Al Ahly e pouca gente que joga em alto nível. Se não encontrar uma maneira de melhorar e dar mais chances a Salah de jogar sem tantos volantes por perto, se despedirá no sábado e estenderá a curiosa seca de títulos justamente na época em que teve o melhor jogador de sua história. A África mostra ao mundo que era o único continente que merecia verdadeiramente ter mais seleções na inchada Copa do Mundo que se aproxima. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Julio Gomes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Porto de Galinhas: Após polêmicas, Prefeitura suspende barraca e empregados Lotofácil: 13 apostas acertam e levam mais de R$ 530 mil cada; veja dezenas Aposta de PE acerta Quina e fatura quase R$ 13 milhões; confira dezenas Sexo com olhos vendados: realizei um fetiche e gozei antes do esperado Prêmio da Mega-Sena acumula e vai a R$ 10 milhões; confira dezenas