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"Rei da Mesa": Edílson conta com quem teve as maiores "tretas" na carreira Edílson Capetinha colecionou conquistas e polêmicas na mesma proporção ao longo da carreira. Ao mesmo tempo em que fez história com o pentacampeonato da Copa do Mundo pela Seleção, Mundial pelo Corinthians, brasileiro no Palmeiras, tricampeonato carioca pelo Flamengo, o histórico atacante se envolveu em polêmicas com companheiros de time, algumas envolvendo agressão e até arma. Ao menos o atacante conta que conseguiu resolver todas as confusões e atualmente é amigo de muitos ex-desafetos. O ge lembra algumas das tretas envolvendo o histórico atacante. Embaixadinha e agressão de Paulo Nunes Em 1999, Edílson faz embaixadinhas e inicia confusão Na final do Campeonato Paulista de 1999 entre Corinthians e Palmeiras, Edílson resolveu fazer embaixadinhas no minutos finais do jogo, que tinha o Timão com o título encaminhado. A atitude provocou uma confusão dentro de campo e fez o atacante ser agredido pelos palmeirenses, entre eles Paulo Nunes. - Só um maluco mesmo para ter uma ideia dessa. Não me arrependo. A gente foi muito provocado - lembrou em uma das entrevistas ao ge. Após briga, Edilson 'Capetinha' e Paulo Nunes se reencontram após quase 19 anos Desafeto de Pet Petkovic, Edilson e Dodô marcam presença no Boleiragem Edílson Capetinha defendeu o Flamengo em três temporadas: 2000, 2001 e 2003. Nas duas primeiras, dividiu o protagonismo, o vestiário e as confusões com o sérvio Petkovic. Os dois eram desafetos declarados, mas se entendiam muito bem dentro de campo. Tanto que, juntos, levantaram o histórico tricampeonato carioca pelo Fla. - Pet era um jogador chato dentro de campo. Ele birrava com todo mundo. Eu também sou chato, e acaba com os dois se bicando. Mas, graças a Deus, hoje somos amigos - celebrou Edílson em uma das entrevistas. Arma em concentração e soco em Evaristo Edilson Capetinha fala sobre o dia que agrediu o Evaristo de Macedo Em 2004, Edílson se envolveu em um episódio de arma e agressão em uma só noite . Atacante do Vitória , ele resolver "fazer uma brincadeira" e chegar armado para a concentração. Na ocasião, deu tiros para o alto e assustou técnico, presidente e jogadores. Depois, ao ser criticado pelo então treinador Evaristo de Macedo, agrediu o comandante do Leão com um soco. - Eu sempre peço desculpas a ele. Eu não me glorifico com essa história em nada. Não estou me gabando de nada. Fico até com vergonha. Foi uma das coisas que mais me arrependo no futebol -garante o ex-atacante. Desacato e barrado por Luxa Em 1998, Corinthians afasta Edílson por indisciplina Em fevereiro de 1998, no tempos de Corinthians, Edílson foi detido sob a acusação de desacatar um policial que aplicava uma multa de trânsito. O atacante foi afastado pelo então técnico Vanderlei Luxemburgo e criticou publicamente o treinador pela decisão. Como não pediu desculpas, Capetinha continuou fora do time. Discussão com Rincón e faca Edílson recorda brigas e confusões que teve no futebol Ainda nos tempos de Corinthians, Edílson relata que disputava uma partida pelo time e foi repreendido pelo então volante Freddy Rincón por não passar a bola. O Capetinha retrucou e recebeu uma ameaça do colombiano. No vestiário, o atacante conta que chegou a pegar uma faca temendo ser agredido. - Quando acabou o jogo, eu desci meio que correndo. Tinha uma faquinha de cortar laranja, e eu peguei. Fui lá para o final do corredor. O Vampeta sentou do meu lado. Na hora que o negão entrou, tinha vasinho de água. Ele deu um bico. Eu falei para ele: "Você só quer bater em mim e Marcelinho porque a gente é pequeno. Pega o Vampeta aqui do lado" - lembrou na Conversa com Bial.