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Análise dos Times

Botafogo

Principal

Motivo: O artigo foca na perspectiva de um ex-treinador sobre sua passagem pelo Botafogo, buscando entender as críticas da torcida e os desafios do clube. A análise é equilibrada, apresentando a visão do técnico.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Itaquaquecetuba é mencionado como o time atual de Leiria para a Copinha, e o foco da análise de viés recai sobre o Botafogo, clube onde o técnico atuou anteriormente.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Fluminense Flamengo Botafogo Juventude River Plate Allan Alex Telles Vitinho Itaquaquecetuba Cuiabano Marlon Freitas Igor Jesus Artur Jorge Mateo Ponte Al-Rayyan Lucas Halter Jeffinho Matheus Martins Danilo Barbosa Bastos Joaquín Correa Barboza Nova Iguaçu Madureira Resende Carlos Leiria Pedro Martins Léo Coelho Rodrigo Chipp

Conteúdo Original

Voz do Setorista: Botafogo recebe consulta do River Plate por Joaquín Correa A tarde deste sábado reserva um reencontro ao Botafogo . Em duelo válido pelas oitavas de final da Copinha, o clube carioca vai enfrentar, às 16h30 (horário de Brasília), o Itaquaquecetuba de Carlos Leiria — o primeiro dos quatro técnicos do Botafogo na temporada 2025. Ao ge, o atual treinador do Itaquá falou sobre o Botafogo com carinho e deu razão às críticas da torcida pelo desempenho oscilante no início de 2025. Foram 11 jogos, com quatro vitórias, sete derrotas e o vice da Supercopa do Brasil para o rival Flamengo. — Eu sou muito grato ao Botafogo. Grato por tudo, por ter treinado os melhores jogadores do Brasil, da América, na sequência pós-título deles. Acredito que isso me capacitou mais para o momento que eu estou vivendo agora. (...) Pelo torcedor, não (senti injustiça). O torcedor tem razão. Terminou 2024 vencendo, quer iniciar 2025 vencendo. O torcedor queria realmente uma equipe competitiva. Nós não estávamos ainda nesse melhor nível. Vindo do Resende, Carlos Leiria fechou com o Botafogo a convite de Rodrigo Chipp, então gerente técnico e metodológico da base, e Léo Coelho, atual diretor de coordenação de futebol. Ao longo da passagem, chegou a treinar simultaneamente o sub-20 e o sub-23 — equipe que foi vice do Brasileirão de Aspirantes . + O que mudou na base do Botafogo? Entenda o processo de reformulação e integração com o elenco profissional 1 de 3 Carlos Leiria em treino do Botafogo no Espaço Lonier, em 2025 — Foto: Vitor Silva/BFR Carlos Leiria em treino do Botafogo no Espaço Lonier, em 2025 — Foto: Vitor Silva/BFR Com a saída de Artur Jorge rumo ao Al-Rayyan, do Catar, Leiria foi alçado ao posto de técnico do grupo principal. Em um primeiro momento, a base do time era formada por nomes do sub-20, visto que os titulares estavam em pré-temporada. — Eu estou rindo porque é impactante (risos). Quando eu vou para um clube, eu penso num plano de carreira, naquilo que eu posso fazer. Eu tinha, a médio e longo prazo, uma esperança de, quem sabe, treinar o Botafogo. Mas tendo em vista que o Artur Jorge fez o trabalho maravilhoso que fez, nem imaginava que depois aconteceria. Veio a ligação do Pedro Martins (ex-diretor de futebol do Botafogo), falando que eu iniciaria, mas até então era o sub-20 com alguns jogadores profissionais. Tendo vivido um cenário de múltiplas saídas do elenco, ainda que com baixas de apenas dois titulares, Leiria crê que o Botafogo não conseguiu passar à torcida que o cenário era de transição. + River Plate faz sondagem ao Botafogo por contratação de Joaquín Correa 2 de 3 Carlos Leiria e Gregore em treino do Botafogo no Espaço Lonier — Foto: Vitor Silva/BFR Carlos Leiria e Gregore em treino do Botafogo no Espaço Lonier — Foto: Vitor Silva/BFR — Me desdobrei em dois, com muita disposição. Tive a possibilidade de encontrar jogadores que já conhecia desde jovens, caso do Alex Telles, com quem trabalhei na base. A definição para mim era de oportunidade, entendeu? O Botafogo vinha de grandes conquistas, com um grande elenco e um grande trabalho. De repente, aquilo tudo foi modificado, um cenário novo para todos (com saídas do elenco) — disse Leiria, acrescentando: — Talvez não tenham tido tempo de pensar em uma forma de conseguirmos ter um melhor desempenho. Fazer com que o externo entendesse que, com poucos dias de treino com o time principal depois das férias, era difícil você retomar o estilo do fim de 2024. Naquele momento, talvez a direção não tivesse a experiência para lidar com isso. Até mesmo para que a gente conseguisse passar isso de uma maneira mais clara de que a equipe estava em reformulação. Do Botafogo, não (faltou apoio). Talvez da direção, digamos assim. E o Bastos? Um dos tópicos mais marcantes da passagem de Carlos Leiria pelo Botafogo foi a escalação — e a lesão — de Bastos contra o Nova Iguaçu, no Campeonato Carioca. O zagueiro passou cerca de três minutos em campo e sofreu um trauma no joelho que ainda o mantém longe dos gramados, quase um ano depois. À época, a torcida criticou Leiria pela escolha de mandar a campo o time principal em um jogo de menor importância. O técnico, por sua vez, citou não ter tomado a decisão sozinho. + Botafogo terá último ato do sub-20 no Carioca antes de estreia do grupo principal; veja programação Aos 3 min do 1º tempo - Bastos sofre falta, se machuca e é substituído — Nós tínhamos um planejamento àquela altura de iniciar com os titulares contra o Fluminense. Uma equipe parecida com a que terminou o ano, mas jogou o Lucas Halter na defesa e ele fez um jogo muito bom. Internamente, conversamos que após aquele jogo seria interessante aumentar os dias de treinamento do Bastos, que ainda não estava 100% para estrear em uma final (Supercopa do Brasil). Foram entre três e cinco dias de preparação para ele estrear naquele jogo, em que infelizmente ele se machucou por um trauma. A estreia do Bastos foi pensada por todos, e isso eu gosto de enfatizar, contra o Nova Iguaçu. — Tivemos a felicidade de vencer o Fluminense e fomos para o jogo contra o Flamengo. Houve uma conversa que os jogadores principais, com exceção do Bastos, fariam dois jogos de sequência. Isso nos daria, depois, um período de uma semana para os jogadores principais treinarem já com o elenco maior. Os jogadores do time de Aspirantes se dividiriam, alguns jogariam contra o Madureira e outros treinariam com o time principal. Foi uma gestão inteligente, de datas e de planejamento. Infelizmente, por uma pancada no joelho, o Bastos está há um ano sem jogar. O que foi feito na época foi bem pensado. Para Leiria, outro fator que pode ter potencializado as oscilações no início de 2025 foi o baixo número de atletas disponíveis com frequência no Espaço Lonier. Segundo o treinador, o grupo reduzido causou insatisfação dentro do próprio elenco. — A pré-temporada às vezes tinha sete jogadores (do grupo principal) participando de todos os treinos: Alex Telles, Barboza, Cuiabano, Matheus Martins, Marlon Freitas, Igor Jesus e o Mateo Ponte. O Vitinho vinha de um período sem treinos por causa do menisco, Jeffinho se apresentou machucado, o próprio Bastos se reapresentou depois e ainda não tinha condições de treinar. Allan estava resolvendo pendências particulares e não participou de todos os treinos, Danilo Barbosa também era poupado de algumas atividades por uma questão no púbis. + Raul aproveita chance rara no gol do Botafogo e se destaca em vitória comandada pelo sub-20 3 de 3 Bastos em treino do Botafogo — Foto: Vitor Silva / Botafogo Bastos em treino do Botafogo — Foto: Vitor Silva / Botafogo — Nosso elenco era muito curto para treinamentos (devido a saídas do elenco e lesionados). Isso gera uma insatisfação nos jogadores, o fato de não se ter um número adequado para fazer uma pré-temporada de alto nível. Influencia diretamente no trabalho. Reencontro na Copinha O Botafogo chega às oitavas de final da Copa São Paulo de Futebol Júnior com 100% de aproveitamento. Foram três vitórias na fase de grupos e outras duas no mata-mata — a última destas, em goleada do time sub-17 sobre o Juventude, por 4 a 1. O sub-17 do Botafogo irá a campo novamente, já que a base do grupo sub-20 está no Rio de Janeiro para disputar o Campeonato Carioca. O Itaquaquecetuba de Carlos Leiria, por sua vez, chega ao duelo após eliminar o Fortaleza nos pênaltis. Os times se enfrentam às 16h20 (horário de Brasília). — Espero que o torcedor entenda que o Botafogo representa muito na minha trajetória. Me recolocou no cenário nacional, fui vice-campeão do Brasileiro de Aspirantes, participei da retomada da base do clube. O Botafogo vai crescer muito mais na base, e sei que eu sou uma peça importante nessa reestruturação. Para mim vai ser um prazer, uma satisfação. Mas lógico, vamos (Itaquá) trabalhar da melhor maneira possível para, quem sabe, eliminar mais um favorito — finalizou Carlos Leiria. + ✅Clique aqui para seguir o novo canal ge Botafogo no WhatsApp 🗞️ Leia mais notícias do Botafogo 🎧 Ouça o podcast ge Botafogo 🎧 Assista: tudo sobre o Botafogo no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos