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Análise dos Times

Ira

Principal

Motivo: A matéria relata a versão oficial da Federação Iraniana sobre as acusações dos EUA, apresentando o comunicado como principal fonte de informação, mantendo uma postura neutra ao reportar a polêmica.

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Motivo: As declarações do Secretário de Segurança Interna dos EUA são apresentadas como as alegações que a federação iraniana contesta, sem um julgamento explícito sobre a veracidade.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Fifa Estados Unidos Copa do Mundo Egito Irã Bélgica Federação de Futebol do Irã Markwayne Mullin Guarda Revolucionária Islâmica

Conteúdo Original

Comunidade iraniana em LA diz que não torcerá para seleção do Irã na Copa A Federação de Futebol do Irã publicou uma nota na tarde deste domingo criticando o secretário de Segurança Interna do Estados Unidos, Markwayne Mullin, por ter afirmado que havia membros da delegação iraniana envolvidos com a Guarda Revolucionária Islâmica. O comunicado foi publicado pouco antes do duelo entre Irã e Bélgica, em Los Angeles, pela segunda rodada da Copa do Mundo, e é mais um capítulo dos impasses enfrentados pela equipe no torneio. — A Federação de Futebol da República Islâmica do Irã condena veementemente as declarações feitas por Markwayne Mullin, Secretário de Segurança Interna dos EUA, a respeito do Presidente da Federação Iraniana de Futebol e de membros da delegação oficial da seleção nacional, e as considera uma série de “alegações falsas, fabricadas e inteiramente infundadas” — diz trecho do comunicado. + Presidente da Fifa vai ao vestiário do Irã, e técnico desabafa: "Sofremos uma injustiça" 1 de 1 Torcida do Irã no jogo contra Nova Zelândia — Foto: REUTERS Torcida do Irã no jogo contra Nova Zelândia — Foto: REUTERS Em entrevista ao canal Fox News, o secretário afirmou que um membro da delegação iraniana foi barrada no aeroporto por ser considerada ligada à Guarda Revolucionária do Irã. Ele também explicou o número reduzido de vistos à delegação iraniana na Copa do Mundo. — Nós aceitamos a entrada de 53 indivíduos. O restante das pessoas que o Irã tentou trazer também tinha laços diretos com o IRGC (Guarda Revolucionária) e não faz parte do grupo normal de viagem deles. Portanto, esses jogos que o Irã faz, infelizmente, os tornam um adversário em quem não se pode confiar — afirmou Mullin. Em seu comunicado, a federação iraniana também negou que alguém da delegação tenha sido barrado na viagem antes do jogo entre Irã e Bélgica e afirmou que a declaração coloca em "questão a credibilidade das demais acusações". Lukaku, da Bélgica, chega com a sola no peito do goleiro do Irã e recebe cartão amarelo Os iranianos também criticam as razões para os vistos de membros da delegação terem sido negados pelos Estados Unidos e lamenta a ausência de integrantes dos setores administrativo, de mídia e apoio. ​— As declarações feitas pela autoridade norte-americana não apenas carecem completamente de qualquer evidência ou documentação, mas também representam uma tentativa clara de encobrir o comportamento discriminatório e as restrições irracionais impostas à delegação da seleção iraniana — acrescenta o comunicado. Após a estreia na Copa diante da Nova Zelândia, membros da seleção iraniana reclamaram bastante das dificuldades logísticas, e a federação afirmou que faria uma denúncia formal à Fifa sobre as condições impostas. No mesmo dia, houve uma indicação de que o governo dos Estados Unidos estaria considerando flexibilizar as restrições de viagem impostas ao Irã a partir do terceiro jogo, contra o Egito. Atualmente, a seleção tem permissão para chegar aos EUA apenas um dia antes da partida, mas deve deixar o país no mesmo dia do jogo. O prazo pode ser aumentado. + Veja a tabela da Copa do Mundo + Simulador: como será a caminhada de cada seleção?