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Futebol Palmeiras vira o assunto no Flamengo após classificação na Libertadores Bruno Braz e Igor Siqueira Do UOL, no Rio de Janeiro 21/05/2026 01h02 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo O Palmeiras virou o assunto principal no Flamengo após a vitória sobre o Estudiantes e a confirmação da classificação ao mata-mata da Libertadores. Na coletiva do técnico Leonardo Jardim, já veio a projeção sobre o duelo mais badalado no futebol brasileiro, sábado, no mesmo Maracanã. "Queremos vencer, queremos impor nossas ideias e nossa forma de jogar. Vamos jogar em casa e queremos os três pontos contra um rival direto. Vamos nos recuperar para estar bem para esse jogo", disse o treinador português. Juca Kfouri Flamengo ganha bem, e Palmeiras perde mal Alicia Klein Futebol dá exemplo didático de misoginia Letícia Casado PSDB dificilmente terá espaço para ser 3ª via Tony Marlon Procura-se um ídolo como foi Ronaldo Fenômeno Na arquibancada, a torcida rubro-negra se despediu do time cantando que "sábado é guerra". E o português não quer saber do retrospecto positivo para o Fla nos últimos anos. "O futebol do passado vamos deixar de lado. Respeitamos sempre o adversário, colocando nossas ideias, nossa forma de jogar. São três pontos que nos podem aproximar do concorrente direto, esse é o nosso objetivo", acrescentou Leonardo Jardim. O que não pode errar sábado? "Cada jogo é um novo desafio. É uma nova estrutura. O passado não interfere para coisas boas ou más. Ainda hoje disse aos jogadores: ganhamos muitos duelos contra uma equipe que é forte (Estudiantes). Tem a ver com o jogo direto também. O Palmeiras não faz o jogo direto como os últimos três adversários. Temos que colocar em prática nossas ideias. Vínhamos de dois jogos sofrendo gols. Voltamos hoje a não sofrer gols. É positivo", reforçou o técnico do Flamengo. O que mais Leonardo Jardim disse Como escolher a formação no ataque Continua após a publicidade "Falei com os jogadores que eu pego umas cartas com as fotos dos jogadores e jogo para cima. Quem cair eu escalo (risos). Mas existem variáveis, a primeira é a organização. Se jogamos com o Royal, o ponta pode jogar mais por dentro. Do outro lado se jogamos com o Ayrton, que fica mais, o ponta pode ser mais agudo. Nós também temos jogadores no estaleiro. Pode ser por condição física, por estratégia ou por não querer matar os jogadores. Depois se o jogador se arrebenta o responsável é o treinador. Não queremos que ninguém fique fora por 15 dias. Mas não posso explicar tudo senão vocês (jornalistas) vão ser os treinadores". Estratégia para neutralizar o Estudiantes "Em termos estratégicos, sabíamos que essa equipe normalmente ataca mais pelas laterais. Eles atacam mais, mas também são mais frágeis em termos defensivos. Colocamos jogadores mais ofensivos no corredor para aproveitar essas fragilidades defensivas deles. E, em termos ofensivos do Estudiantes, tivemos sempre o Jorginho dando uma ajuda ali no lado esquerdo ao Ayrton. E, com isso, acabamos por liberar, o ponta vinha por dentro, o lateral ia por fora, a gente acabava equilibrando o jogo e liberando o Bruno". Para eles foi ruim porque eles tentavam arriscar, e a gente arriscava ainda mais pra cima deles. Por isso acabou funcionando, tivemos dois outros bons movimentos nas costas e foi uma ideia para resolvermos o jogo dentro dos jogadores que tínhamos disponíveis. Como vocês viram, hoje precisamos utilizar o Varela como ponta direita. Saúl "Saúl disse recentemente que tem dificuldades e que está jogando no sacrifício. Eu dei os parabéns depois do jogo com Athletico porque ele se sacrificou. Ele não está habituado com essa exigência. Hoje eu tinha o De la Cruz, que não jogou domingo. O Paquetá também entrou bem. Temos que valorizar quando os jogadores têm atitudes corretas. Espero que consigamos recuperar o Saúl porque ele tem se sacrificado pela equipe". Continua após a publicidade De la Cruz avançado e Paquetá como segundo volante "O Paquetá pode ser segundo volante, pode ser um terceiro homem como quando jogamos contra o Cusco, jogamos com um tripe no meio. Hoje eu precisava de uma pressão mais alta. O importante é ter soluções, e o Paquetá faz isso. Pode jogar por fora, como 10, como 8... Mas temos também o Jorginho, podem dividir funções. Vamos dar respostas conforme as nossas necessidades". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Fla vence Estudiantes e avança na Libertadores sem precisar de tribunal Ciro Nogueira teve avião de R$ 10 mi bloqueado por decisão de Mendonça Polícia Federal rejeita delação de Daniel Vorcaro Técnico do Flamengo quer 'bom senso' da CBF para adiar jogo do Brasileiro Defesa pede liberdade para executivo preso por fala racista em voo da Latam