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Esporte Futebol 'Não sou bombeiro': Jair Ventura brinca com fama após fugas do Z-4 Guilherme Xavier Do UOL, em São Paulo 24/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Jair Ventura, técnico do Avaí Imagem: Divulgação/Avaí Jair Ventura dispensa rótulos. Após salvar seu quinto clube do rebaixamento, o treinador quer ser apenas si mesmo e não o "bombeiro" que pintam. Ele também minimiza os embates entre técnicos brasileiros e estrangeiros. Eu já tive outro rótulo. Agora mudou, o retranqueiro ficou para trás, agora é o bombeiro e daqui a pouco vai ser outro. Não sou nada disso. A vida do treinador é assim, a gente tem que se inventar sempre. Eu lembro o Zagallo, o meu maior ídolo como treinador, o mais vitorioso do futebol brasileiro. Eu lembro ele em 98, já com uma certa idade, falando 'Vocês vão ter que me engolir'. Eu, um treinador jovem, começando a minha carreira, só 10 anos de carreira. O que eu não tenho que provar sempre? Jair Ventura, ao UOL As experiências acompanham a carreira de Jair Ventura. Ele busca um trabalho mais longevo, como se espera no Vitória, para poder implementar bem seu estilo de jogo. Casagrande Corinthians vai entrar em 2026 com os pés na porta Alexandre Borges Havaianas: paranoia de um lado e elitismo de outro Josias de Souza Se Viviane não fosse sua mulher, Moraes pediria PF Edu Carvalho O luto é o amor que fica sem ter para onde ir "Quem não quer ficar cinco anos num time como o Abel (Ferreira), mas a gente sabe que é muito difícil, mas a gente sabe que é assim que funciona, então é trabalhar para ganhar mais do que perder para você ter mais longevidade", disse. E os técnicos estrangeiros? De acordo com Jair Ventura, a chegada dos "gringos" não é ruim para o futebol brasileiro. Ele citou o exemplo da contratação de Ancelotti como necessária para o Brasil. Apesar disso, os brasileiros também não podem ser descartáveis para o mercado. Jair vê um cenário em que os melhores estarão empregados. "É pouco inteligente você contratar um cara pela cor do passaporte. A idade também não significa nada. Com a presença do Ancelotti na seleção, a gente trouxe um dos melhores treinadores do mundo. A gente não trouxe um passaporte, a gente trouxe um cara extremamente qualificado para dirigir a maior seleção do mundo, a única pentacampeã. A porta está aberta para todos os treinadores, mas tem que ficar no mercado daqueles que são bons", finalizou. O que mais ele disse A fuga mais marcante Continua após a publicidade Relacionadas 'Tô de saco cheio': o que Yuri e Matheuzinho falaram em discussão na final Flamengo fatura mais de R$ 400 milhões com premiações no ano; veja detalhes Palmeiras exerce opção de compra e fecha com zagueiro por R$ 22 milhões "Cada um tem a sua particularidade, mas com certeza o Botafogo foi a chance da minha vida. Eu era muito jovem quando assumi, aquele meme já estava pronto. Já temos o primeiro rebaixado, filho do Jaizinho, não está pronto, é garoto, Botafogo já caiu. A gente dá uma arrancada e sai da zona de rebaixamento e vai para Libertadores", Botafogo de 2017 "2017 foi o meu melhor ano, eu tive sequência. Você já conhece o clube, a gente já tinha uma base de 2016. Botafogo foi o primeiro time a eliminar cinco campeões numa única edição em 2017.A gente sabe que momentos financeiros eram diferentes. Botafogo é um gigante, sempre vai ser. Independentemente do momento de grana". Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Mercado: saída de Fabinho, Endrick na França e Santos próximo de Gabigol Polícia foi chamada seis vezes à casa de Rob Reiner antes de assassinatos EUA enviam reforços e aeronaves de operações especiais ao Caribe, diz jornal Brasil diz que EUA violam Carta da ONU e pede fim do bloqueio na Venezuela Presidente do Fla ataca jornalista da Globo ao falar sobre futebol feminino