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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Flamengo tem em sua bola parada uma arma letal contra qualquer time Walter Casagrande Jr. Colunista do UOL 13/12/2025 19h25 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Um grande time que entra em todos os campeonatos ou torneios para chegar às finais precisa vencer jogos contra equipes inferiores, mesmo quando joga mal. O Flamengo de Filipe Luís está nesse estágio porque venceu tanto o Cruz Azul quanto o Pyramids dessa forma. Contra os mexicanos, Arrascaeta decidiu a partida com dois gols, além de muita técnica e genialidade. Já diante dos egípcios, foi a vez das jogadas ensaiadas de bola parada, com gols de cabeça dos zagueiros e assistência do camisa 10 da Gávea. Josias de Souza Haddad em campo complica conta de Tarcísio Casagrande Flamengo tem em sua bola parada uma arma letal Wálter Maierovitch Esperidião Amin quer retomar anistia a Bolsonaro Milly Lacombe Por que crítica de Bosco ao feminismo causou revolta Danilo comemora gol do Flamengo sobre o Pyramids em partida do Mundial Imagem: REUTERS/Thaier Al-Sudani Hoje, da mesma forma que aconteceu na final da Libertadores contra o Palmeiras, a jogada ensaiada funcionou — e muito bem. Trata-se de um trabalho coletivo da comissão técnica do Flamengo, que treina intensamente as bolas paradas ofensivas e defensivas. Danilo, Léo Ortiz e Léo Pereira não perdem uma bola aérea defensivamente e ainda decidem jogos difíceis e importantes com cabeçadas letais. Eles vêm de longe, sem que a defesa adversária perceba, e sobem no embalo da corrida como elemento surpresa. É uma jogada muito bem preparada e fatal para qualquer time. Dizer que o Flamengo sofreu não é verdade. Jogou mal, com lentidão, trocando passes excessivamente para o lado e para trás, mas é tecnicamente muito superior ao Pyramids e mostrou que tem diversos modos de vencer uma partida — mesmo sem apresentar seu melhor futebol. Agora, na quarta-feira (17), fará a grande final do Intercontinental contra o ótimo time do PSG, dirigido por Luis Enrique. São dois times técnicos, ofensivos e que marcam pressão. Os franceses têm o favoritismo, mas não seria um absurdo ver o Flamengo surpreender. Para isso, porém, o time da Gávea precisará jogar tudo o que sabe. Não pode ser disperso como foi nessas duas partidas recentes. Será necessário fazer a melhor atuação do ano para tentar ser campeão do mundo novamente, após 44 anos. Continua após a publicidade Quem sabe o camisa 10 da Gávea não seja novamente o melhor do jogo, como foi em Tóquio, em 1981, e o Flamengo volte ao Brasil com mais um troféu para a coleção da temporada. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Casagrande por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Ex-apresentador entra na lista vermelha de bandidos mais procurados do país Técnico do Pyramids bate boca com jornalistas: 'Não entendem nada. Zero' Estado Islâmico mata 3 americanos na Síria, e Trump promete retaliação Eleições no Chile: extrema direita pode chegar ao poder pela 1ª vez desde a ditadura Ancelotti e CBF iniciam conversa que indica renovação até 2030