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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: O texto analisa a seleção brasileira, com foco em suas dificuldades e qualidades, mas mantém um tom crítico sobre os problemas recorrentes e o desempenho.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: A Tunísia é apresentada como um adversário que dificultou o jogo da seleção brasileira com sua organização defensiva, sem um viés claro a favor ou contra.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

neymar estevao wesley selecao brasileira raphinha alisson dorival bruno guimaraes casemiro ancelotti diniz tite militao paqueta alessandro tunisia

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Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Seleção volta a sofrer com velhos problemas, mas pelo menos tem Estevão Julio Gomes Colunista do UOL 18/11/2025 18h36 Deixe seu comentário Estêvão agradece após marcar gol em Brasil x Tunísia, amistoso internacional Imagem: FRANCK FIFE/AFP Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Assim como nos amistosos anteriores, contra Japão e Senegal, a seleção brasileira jogou um bom primeiro tempo e caiu de produção no segundo. No fim, o amistoso contra a Tunísia, em Lille, acabou empatado por 1 a 1. Com direito a pênalti perdido por Paquetá. Alguns problemas antigos voltaram a aparecer. Primeiramente, a enorme dificuldade para jogar contra um adversário fechadinho. A Tunísia montou um 5-3-2 bem organizado e obrigou a seleção brasileira a ficar com a bola no campo de ataque diante de uma parede, sem espaços. Todo mundo sofre com isso. Vimos a seleção nas mãos de Tite, Diniz e Dorival sofrer, e sofreu também agora com Ancelotti. Só mobilidade e quantidade de gente à frente podem ser antídotos a este cenário. Outro problema antigo é confiar em alguns jogadores da "era Neymar" que não vão entregar muita coisa. Nem preciso citar nomes. Sakamoto Prisão de dono do Master afeta chapa Tarcísio-Ciro? Juca Kfouri Valeu só por Estêvão que aos 18 joga como líder Dora Kramer Apaixonados políticos são minoria que só faz barulho Mariana Barbosa Grupo Fictor é conhecido por fraudes No ataque, houve movimentação no primeiro tempo, como tinha acontecido também contra Senegal, mas pouco brilho. O melhor foi Estevão, que é um titular absoluto hoje. No meio de campo, Casemiro e Bruno Guimarães se transformaram na base da era Ancelotti. Quando eles saem, o ritmo cai. Na defesa, seguem nossos pontos de fraqueza, as laterais. Militão vai precisar mesmo ser a solução pela direita, porque confiar em Wesley é muito otimismo. Na esquerda, não há soluções e é por isso que a aposta em um veterano, como Alexsandro, seja a mais provável. Ancelotti encontrou um caminho em oito jogos. É um caminho seguro e sem buracos? Não, não é. Mas estranho seria se o italiano tivesse solucionado todos os problemas, como em um passe de mágica. A seleção que começou contra Senegal, com reforços de Alisson e Raphinha, é bastante competitiva. Mas, quando começam as lesões e as suspensões do meio para trás, o risco de dar ruim aumenta consideravelmente. O balanço do semestre com Ancelotti é um time mais sólido defensivamente. E que tem em Estevão o craque para fazer a diferença. Uma fórmula simples. É a que temos. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Julio Gomes por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Coreia do Sul recupera navio naufragado há 600 anos com carga intacta Prata, nanica e mais: diferenças nutricionais da banana e seus benefícios FGC desbanca ChatGPT e Gemini e vira app mais baixado do Brasil PF encontra R$ 1,6 milhão na casa de ex-CEO do Banco Master 'Três Graças' levanta debate que 'Vale Tudo' não conseguiu desenvolver