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O Santos vive um bom momento, principalmente por causa de Gabigol , artilheiro do time na temporada. Mas nem o atacante se livrou das duras cobranças de Cuca, durante o clássico contra o Palmeiras , no Brasileirão .
Minutos antes de o árbitro Flávio Rodrigues de Souza apitar o final da primeira etapa, o comandante alvinegro orientou o centroavante a fazer a proteção para ficar com a bola após um lançamento de Oliva. Gabriel retrucou e ambos iniciaram uma discussão mais acalorada.
Assim que o primeiro tempo foi encerrado, o técnico saiu em direção ao jogador e precisou ser contido pelo auxiliar técnico César Sampaio e pelo auxiliar de goleiros Arzul. Já o camisa 9 seguiu para o vestiário.
Na entrevista coletiva, Cuca descartou qualquer tipo de problema entre eles e explicou a razão do desentendimento.
“Nós, no último lance do fim do primeiro tempo, pusemos a bola para frente e eu falei para ele vir fazer o pivô, que precisava fazer o pivô para a gente sair de trás. Gesticulou, falou não sei o quê e tal. Aí eu entrei e falei: "Falei para você fazer o pivô", e ele disse: "Eu falei que tinha dado um pique lá e que não tinha conseguido voltar a tempo". Tá bom, não tem problema. Um jogador que eu respeito muito, ele também me respeita muito, não tem problema nenhum, são coisas que ocorrem dentro do jogo e vão ocorrer sempre. O importante é a gente se entender; a gente sempre faz isso para querer o melhor um do outro. Não tem problema nenhum, problema zero", esclareceu o treinador.
O empate impede que o Santos se aproxime do G-6 e mantém o clube estacionado na 8.ª posição, com 47 pontos, mas três atrás do Atlético-MG , que ainda não jogou na rodada.
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