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Ontem, o dia respingou paixão e memória na semifinal da Copa do Brasil entre Cruzeiro e Corinthians. O Cruzeiro carrega o peso de 2019, quando desceu para a Série B e a dívida beirava a marca de R$ 1 bilhão, com salários atrasados e greve de jogadores em 2021; depois a transformação em SAF, o renascimento de 2022 e, em 2025, reforços que mudaram o humor da torcida, como Gabigol e Fabrício Bruno, tudo sob a condução de Leonardo Jardim. (fonte 1) [ ] Do outro lado, o Corinthians aparece sob outra lente: casos extracampo, com a investigação sobre o acordo com a casa de apostas VaideBet e o impeachment de Augusto de Melo, além de desvio de materiais esportivos; Dorival Júnior reconheceu as dificuldades: “Tivemos muitas dificuldades ao longo do campeonato, eu não minto. O torcedor sabe muito bem do que estou falando, tivemos uma sequência absurda com a falta de oito ou nove jogadores.”, e o clube tenta blindar o elenco para manter o sonho de retomar uma final de Copa do Brasil após 2009. (fonte 1) [ ] À sombra dessas histórias, a torcida respira a chance de um dia ser heptacampeã da Copa do Brasil, enquanto o Cruzeiro avança e o Corinthians encara o desafio. (fonte 1) [ ]