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"Sensação de dever cumprido", Bap, presidente do Flamengo, sobre a temporada do time Um dos pontos que o Flamengo avaliou como positivo na passagem pelo Catar, para a disputa da Copa Intercontinental, foi a qualidade dos gramados, tanto do centro de treinamentos quanto do campo que recebeu os três jogos do time. O clube estuda a contratação dos responsáveis pela grama do Estádio Ahmad bin Ali para avaliar o Maracanã. + Reunião entre Filipe Luís e Flamengo por renovação deve ficar para semana que vem 1 de 2
Maracanã terminará o ano com 74 jogos — Foto: Lucas Catrib/SVM Maracanã terminará o ano com 74 jogos — Foto: Lucas Catrib/SVM O estádio, administrado por Flamengo e Fluminense, vai terminar a temporada com 74 jogos, contando a final da Copa do Brasil entre Vasco e Corinthians, no próximo domingo, e o Jogo das Estrelas, promovido por Zico, no dia 27 de dezembro. O clube rubro-negro defende o fim dos gramados sintéticos no Brasil e o investimento em campos de qualidade. Por isso, fará um movimento ao fim da temporada para melhorar o campo do Maracanã. — O Maracanã está terminando o ano com o gramado em boas condições, se a gente considerar que teve quase 80 partidas no estádio. Para os padrões brasileiros, a condição é tida como ótima. Para a gente, não é. Achamos que o gramado está em boas condições. Estamos buscando especialistas para nos ajudar a desenvolver um gramado ainda melhor, sabendo que teremos 80 jogos por ano. Estamos contratando especialistas nacionais e internacionais para encontrar a melhor solução para o Brasil — disse o presidente Bap à Globo na última quarta-feira, no Catar. — Estamos defendendo junto à CBF e aos demais clubes que o gramado é parte do espetáculo. Se a gente quer um futebol melhor no Brasil, não devemos nos inspirar só no fair-play financeiro, mas também no fair-play técnico. Quanto melhor o gramado, melhores as condições de prática do esporte para todos. Para quem quer se igualar às cinco maiores ligas do mundo, temos que estar à altura dessas ligas e assumir o padrão de gramado que eles têm, vamos copiar o que eles têm de bom. O Flamengo está investindo nisso — completou o dirigente. + Sem sair do banco, Juninho deve se despedir do Flamengo após final do Intercontinental 2 de 2
Flamengo elogiou gramado do Estádio Ahmad bin Ali — Foto: Gilvan de Souza/Flamengo Flamengo elogiou gramado do Estádio Ahmad bin Ali — Foto: Gilvan de Souza/Flamengo O Flamengo chegou a Doha no dia 7 de dezembro e retornou ao Brasil na noite da última quinta-feira. Foram 11 dias no Catar, entre treinos e jogos por três fases do torneio mundial. O clube usou o centro de treinamentos Al Ersal. As partidas contra Cruz Azul (México), Pyramids (Egito) e PSG (França) foram no Ahmad bin Ali, em Al Rayyan. Durante a competição, o assunto também foi tema para o técnico Filipe Luís, outro a criticar pisos artificiais. — Que campeonato da Europa tem seis clubes que vão jogar no campo sintético? Isso desvaloriza nosso produto, faz com que menos espectadores ao redor do mundo queiram assistir. Para a saúde dos jogadores, o ideal é quem joguem em gramados naturais de boa qualidade — afirmou Filipe Luís em entrevista durante a Copa Intercontinental. + Contratações do Flamengo para 2026: veja quem chega, quem fica e quem vai embora Luiza Sá: "Flamengo sai do Intercontinental muito maior do que entrou" Recentemente, clubes da Série A se uniram e pediram à CBF que não aprove novos gramados sintéticos no Brasil até que um estudo seja produzido. Em Conselho Técnico, dirigentes se colocaram contrários à utilização desse tipo de campo. O Flamengo resumiu a medida como o "fim de uma era de atraso", mas não há uma decisão sobre o assunto. Na semana passada, o clube rubro-negro protocolou proposta junto à CBF para melhoria e padronização dos gramados no país. Um dos pontos apresentados é justamente o fim dos campos sintéticos, que vão aumentar no Campeonato Brasileiro em 2026. + Leia mais notícias do Flamengo 🎧 Ouça o podcast ge Flamengo 🎧 Assista: tudo sobre o Flamengo no ge, na Globo e no sportv 50 vídeos