🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: O texto foca mais nas reações e performance do Palmeiras, detalhando suas confusões táticas e a busca pelo empate, apesar de reconhecer a emoção do jogo.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O Santos é apresentado como respeitável e com boa atuação, mas a análise de suas dificuldades e os eventos inusitados recaem mais sobre o Palmeiras.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

santos palmeiras neymar khellven rollheiser gomez brasileirao luis pacheco murilo paulinho brazão sosa andreas cuca evangelista emiliano martinez gabigol alan mauricio flaco arias claus

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Um clássico tão esquisito quanto delirante e emocionante Milly Lacombe Colunista do UOL 02/05/2026 20h32 Deixe seu comentário Lucas Evangelista, do Palmeiras, disputa lance com Christian Oliva, do Santos, no Allianz pelo Brasileirão Imagem: Marcello Zambrana/Marcello Zambrana/AGIF Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Palmeiras e Santos fizeram um clássico pouco previsível na noite de sábado. O Palmeiras entrou como favorito diante de sua torcida. O Santos, com problemas para chegar a São Paulo, entrou atrasado. A esquisitice já começou no hino nacional: só arbitragem e Palmeiras no gramado e o Santos ainda no vestiário. No começo do jogo, Brazão passou mal, vomitou, ameaçou pedir substituição mas conseguiu seguir. Na sequência, o Santos, sem Neymar, jogou tudo o que podia jogar respeitando o que disse Cuca antes da partida: "o que posso dizer é que jogaremos bem. Já o resultado a gente não pode controlar". Rollheiser foi protagonista, Gabigol foi esforçado, Brazão fez um milagre em chute de Arias e o time inteiro se dedicou a marcar sob pressão, recuperar logo a bola e contra-atacar. Fez seu gol ainda no primeiro tempo e, no começo do segundo, continuou bastante superior. PVC Palmeiras x Santos tem gol bem anulado no fim Milly Lacombe Um clássico tão esquisito quanto emocionante Juca Kfouri O adeus de um vietcong de nosso jornalismo Josias de Souza Rejuvenesça o Zema e devolva-o à infância O Palmeiras, depois do gol, dominou os espaços mas não foi capaz de empatar. No intervalo a torcida imaginou que o time voltaria melhor, mas não foi o que aconteceu. O que aconteceu foi uma dose extra de esquisitice: um torcedor com o corpo pintado de verde tentou invadir o campo, caiu, quebrou a perna, foi socorrido pelos paramédicos e levado na ambulância. Já o Palmeiras voltou tão confuso quanto no primeiro tempo, com Gomez e Murilo fazendo a saída de bola mesmo tendo Evangelista, Andreas e Marlon em campo. Os laterais não foram bem, o time errava passes a torto e a direito, a tensão crescia. A torcida foi perdendo a paciência e as vaias chegaram. Com um meio de campo tão forte, por que exatamente a saída de bola estava sendo feita pela zaga? Alan entrou improvisado para fazer a lateral direita no lugar de Khellven, Sosa entrou no lugar de Evangelista e o Palmeiras conseguiu se impor pouco antes da metade do segundo tempo. Do banco, Paulinho assistia enquanto aquecia. Era sua volta depois de um longo e inexplicável inverno: 302 dias. Aos 18 minutos, Flaco empatou. A torcida entrou em transe, o time sentiu o chamamento e o Palmeiras foi para cima. O jogo ficou intenso, emocionante, empolgante. Aos vinte e oito minutos Paulinho entrou no lugar de Mauricio e Luis Pacheco, cria, no lugar de Andreas. Como se as coisas não estivessem suficientemente esquisitas nessa noite de Lua cheia, aos 34 sai o capitão Gustavo Gomez - que correu absurdamente indo e voltando do ataque feito um maluco - e entra o volante Emiliano Martinez. O jogo ficou alucinante. O Palmeiras ia para cima, o Santos se defendia como podia, Brazão fazia defesas absurdas, a torcia seguia em delírio, a virada parecia estar desenhada. Aos 47 Alan fez o gol que daria a vitória ao Palmeiras mas o VAR anulou (equivocadamente na minha opinião). Continua após a publicidade O Santos fez o que pôde. Jogou um futebol de respeito contra um dos melhores times do continente. O Palmeiras tentou se recuperar na medida em que o jogo corria. Claus se enrolou nos acréscimos e não fez justiça ao que deveria ter sido acrescentado, para desespero do Palmeiras. No final, um a um e um jogão de bola numa noite de Lua cheia. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Briga e tumulto marcam aglomeração antes de show de Shakira em Copacabana Resumo novela 'Três Graças' da semana: confira capítulos de 45 a 9/5 Torcedor tenta invadir o campo e quebra a perna durante Palmeiras x Santos Fortaleza vira contra o Goiás no Castelão e dorme na liderança da Série B Imprensa internacional repercute megashow de Shakira em Copacabana