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O dia no Flamengo começou lembrando uma história que atravessa gerações: Pedro e Lucas Paquetá, amigos de infância forjados na base rubro‑negra, convivem como uma memória viva de quem cresceu junto ao manto rubro‑negro . Pedro, que chegou aos oito anos na Gávea e acabou sendo dispensado aos 14 por alegada baixa estatura, viveu o susto que todo menino da base teme, e o suficiente para moldar uma vida dentro do esporte que ele ama . Ao lado, Paquetá seguiu no Flamengo, construiu uma trajetória que incluiu o título da Copinha e a promoção ao profissional, até ser vendido para o Milan no fim de 2018 — capítulo que mostrou como a relação entre os dois atravessa tempos e clubes . O reencontro veio na seleção brasileira, onde Pedro e Paquetá disputaram a Copa do Mundo de 2022, conectando infância, base e palco maior em uma mesma história . Da base para o mundo, Pedro rodou por clubes do Rio, chegou ao Fluminense, passou pela Fiorentina e voltou ao Flamengo, onde o talento voltou a brilhar com gols e títulos . Em seguida, o mundo rubro‑negro presenciou uma das notícias mais marcantes: a contratação por 42 milhões de euros — a maior operação da história do futebol nacional — para manter Paquetá no Flamengo . O corpo técnico, sob o comando de Filipe Luís, confirmou que Paquetá tem atuado pelo meio, mas com a leitura de que ele pode ser utilizado no corredor central, posição que já exerceu no West Ham . E a torcida viu o time impor sua marca na temporada: uma goleada de 7 a 1 sobre o Sampaio Corrêa, pelo Carioca, com Paquetá contribuindo em campo . Para fechar o dia, uma nota de fé: em julho de 2025, Paquetá recebeu Pedro em sua casa para a cerimônia de batismo cristão, na presença de amigos e da esposa de Paquetá, sob a bênção do pastor Léo Souza .