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Esporte Scaloni sinaliza renovação com a Argentina e projeta seleção sem Messi São Paulo 07/10/2026 08h50 Deixe seu comentário A despedida de Lionel Messi da seleção argentina trouxe também uma sinalização sobre o futuro de Lionel Scaloni. Depois da vitória por 3 a 0 sobre Benin, na terça-feira, no Monumental, o treinador indicou que pretende permanecer no cargo e conduzir a equipe no ciclo sem seu principal jogador. Ao comentar o legado do capitão e os desafios para substituí-lo, Scaloni incluiu a própria continuidade na projeção. "Fico com isso porque, se tudo der certo, vou estar sentado, seguirei sendo o treinador", afirmou. A declaração reforça sua disposição para renovar o contrato, que termina em 31 de dezembro. Não representa, porém, o anúncio de um acordo concluído com a Associação do Futebol Argentino (AFA). As conversas com o presidente da entidade, Claudio Tapia, já haviam começado antes da despedida de Messi. Em setembro, Scaloni manifestou interesse em seguir e disse que havia disposição dos dois lados para chegar a um entendimento. Gustavo Miller Eleição e a vitória da raiva: por que caímos no ragebait Narrativas em Disputa STF fica no centro da guerra nas redes Alicia Klein Messi jogou muito: deveria ter falado mais? Aline Sordili A necromancia digital para fins comerciais A eventual permanência dará ao treinador a tarefa de reorganizar uma seleção que perdeu sua principal referência. Na avaliação de Scaloni, compensar a ausência de Messi exigirá uma contribuição maior do conjunto. "A única maneira de compensar a ausência do Messi é com um grande time, em que todos aportem seu grãozinho de areia. A gente tinha a genialidade dele para abrir um jogo, agora temos que fazer isso com bons jogadores", disse. O treinador reconheceu que dispõe de alternativas de qualidade, mas ressaltou a diferença entre formar uma equipe competitiva e encontrar alguém capaz de reproduzir o impacto do camisa 10. "Temos grandes jogadores, mas não temos o jogador que dava esse salto. Mas temos um time que pode fazer um monte de coisas, não geniais, mas creio que podemos suprir essa ausência, ainda que seja um jogador irrepetível." O argentino também destacou o comprometimento de Messi na Copa do Mundo de 2026 como exemplo para quem continuará na seleção. Aos 39 anos, o atacante encerra sua trajetória com a equipe nacional, enquanto o grupo inicia a preparação para o próximo ciclo. "Vê-lo com 39 anos, ver a Copa do Mundo que fez e a vontade com que disputou é o maior exemplo que devemos usar para seguir", afirmou. Continua após a publicidade Para Scaloni, a influência do capitão permanecerá mesmo depois da despedida. "Tenho certeza de que não veremos nada igual dentro de campo, e estamos eternamente agradecidos por tudo que nos deu e por tudo que nos deixa." Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Nobel de Química vai para pesquisas sobre 'versão espelhada' de moléculas Como casal fez família Caldas atropelar Calheiros e tomar AL com Lira Mancuso: briga com Maradona, licenças fake e a arte para te enrolar Derrota de candidatos de igreja reacende rixa entre Assembleias de Deus Mancuso e o golpe das licenças de treinador