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Análise dos Times

Corinthians

Principal

Motivo: O texto aponta para a perda de hegemonia e falta de organização, contrastando com a ascensão de rivais.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Palmeiras

Principal

Motivo: Destaca a força, organização, gestão profissional e o papel de liderança feminina, indicando uma fase promissora.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: Crítica a negligência com o time feminino, apesar de ser uma potência e ter recursos.

Viés da Menção (Score: -0.7)

Motivo: Menciona que está um passo atrás, mas com potencial de crescimento e jogadoras promissoras.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo São Paulo Corinthians Palmeiras Ferroviária CBF Paulistão Feminino Duda Serrana Federação Paulista Rosana Augusto

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Paulistão feminino 2025: erros, acertos e curiosidades Milly Lacombe Colunista do UOL 14/12/2025 12h02 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Corinthians e Palmeiras disputam a final do Paulistão Feminino no Canindé Imagem: Reprodução/Instagram @paulistaofeminino O Paulistão é o melhor estadual do Brasil. O mais organizado e disputado, sem dúvida. É ele que movimenta os clubes para a rivalidade regional, exige uma série de critérios para participação e ajuda o futebol feminino a seguir seu ritmo de desenvolvimento. O campeonato de 2025 reservou algumas surpresas que podem indicar para onde aponta o futebol de mulheres no Brasil há um ano de sediar uma Copa com chances de vencer o torneio. A primeira constatação: o Corinthians não é mais força hegemônica. Milly Lacombe Curiosidades, acertos e erros do Paulistão feminino Ronaldo Lemos E se aposta na inteligência artificial estiver errada? Josias de Souza Intimado a cassar Zambelli, Motta faz do teatro escárnio Sakamoto Dosimetria livra criminosos melhor que facções Excelente notícia para o esporte; péssima para a Fiel. As Brabas sofrem com a falta de organização da Instituição e com o abandono. Era uma questão de tempo para que os efeitos disso fossem sentidos em campo. A história do futebol feminino no Brasil não se separa mais das Brabas, mas me parece evidente que estamos em uma fase de transição de poder. Assista aos jogos do Paulistão Feminino 2025 ao vivo no UOL Play. Assine a partir de R$ 14,90/mês Classificação e jogos Paulista Feminino O Palmeiras, com a goleada no primeiro jogo da final contra as maiores rivais, riscou o chão de uma nova fase. Vem forte, vem organizado, vem apoiado por uma gestão profissional e séria. Liderado por uma mulher, Rosana Augusto, as palestrinas fizeram um estadual sólido e competitivo do começo ao fim. Campeãs da Copa do Brasil, indicam que estarão outra vez em algumas finais no ano que vem. O Corinthians já não é mais aquele clube que entra com confiança máxima; a goleada para o Palmeiras de fato foi um divisor de águas. Lucas Piccinato não parece ser uma liderança técnica à altura da dupla Elias/Gambaré, hoje dupla que comanda o futebol feminino na CBF. O São Paulo mostrou que pode seguir colado em Palmeiras e Corinthians, mas ainda um passo atrás. Tem uma das jogadoras mais interessantes e polivalentes do futebol brasileiro - Duda Serrana - e um potencial imenso de crescimento. Ferroviária segue seu destino de primazia no esporte, mas também encontra disputa intensa a partir do crescimento dos três principais clubes da capital. Continua após a publicidade Santos, Realidade Jovem, Bragantino e Taubaté talvez tenham compreendido que precisam melhorar para competir lá em cima. As paulistas encontram fora do estado clubes que seguem investindo e podem incomodar: Cruzeiro, Coritiba e Fluminense fazem trabalhos sérios que, se não forem interrompidos, chegarão fatalmente. A notícia triste fica com o Flamengo, essa potência, que escolheu negligenciar o time feminino. Vou Rosana Augusto sair, teve as condições precárias de treinamento das mulheres expostas pela jornalista Renata Mendonça, do Sportv e do site Dibradoras, e não conseguiu explicar por que, com tanto dinheiro, age nesses termos. A CBF, na gestão Samir Xaud, indica ter compreendido a importância do esporte, mas não podemos deixar de lamentar o silêncio do presidente diante de tantos casos de machismo e misoginia no futebol masculino. O que o futebol feminino ainda precisa resolver - e eu diria que urgentemente - é o público presente. A audiência nas transmissões cresce em ritmo constante, mas os estádios seguem vazios. O Paulistão teve jogos excelentes que foram testemunhados in loco por dezenas de pessoas apenas. Caberia à federação mais forte do Brasil, a Paulista, a iniciativa de começar a resolver essa questão. Continua após a publicidade Federação e clubes deveriam estabelecer "estádios lotados" como decisão política de saída e, a partir disso, entender quais estratégias e ações terão que ser tomadas para que o objetivo seja alcançado. Outro ponto de estranheza eu colocaria no hino do campeonato, uma imitação do hino da Champions com inspiração em Game of Thrones. Como compositores como Adoniran Barbosa e Rita Lee (corintianíssima), a FPF poderia pensar em uma alternativa criativa a essa colonização artística. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milly Lacombe por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Corinthians: Gaviões é liberada no estádio após punição ser suspensa 'Foi um banho de sangue', diz sobrevivente do ataque a festa judaica Placa vermelha e 'rodízio eterno': regras de mototáxi rejeitadas pela Uber Intimado a cassar Zambelli, Motta faz do teatro escárnio Homem desarma atirador de ataque terrorista na Austrália; veja vídeo