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Análise dos Times

Motivo: O autor critica a decisão do STJD que beneficiou Bruno Henrique, jogador do Flamengo, sugerindo que o clube grande e seu jogador foram tratados com leniência.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Flamengo Bruno Henrique STJD Milton Neves

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Só para assinantes Assine UOL Opinião O perigoso recado do STJD ao passar a mão na cabeça de Bruno Henrique Milton Neves Colunista do UOL 14/11/2025 09h27 Deixe seu comentário Bruno Henrique, atacante do Flamengo, durante julgamento no STJD Imagem: Igor Siqueira/UOL Carregando player de áudio Ler resumo da notícia O STJD decidiu: Bruno Henrique está liberado para jogar! A pena? Uma multa de R$ 100 mil. Juca Kfouri O tapa de luvas de Adriane Galisteu na família Senna Josias de Souza Paixão de Eduardo pelo irracional é correspondida A Hora A insegurança pública de Hugo Motta Marco Antonio Sabino Por que as igrejas e templos não pagam IPTU? Valor, evidentemente, alto para a maioria dos brasileiros, mas irrelevante para um jogador de clube grande. E acabou por aí. A impressão que fica é a pior possível: um meio-termo que não resolve nada e ainda abre um precedente perigoso. Porque, sejamos diretos: se Bruno Henrique é inocente, não deveria haver punição alguma. Se é culpado, a suspensão seria inevitável. O problema é justamente esse "jeitinho" que o tribunal escolheu: o suficiente para dizer que puniu, mas sem coragem para enfrentar o tamanho real do caso. Continua após a publicidade E o problema não é apenas grande. É enorme. Não se trata apenas de forçar um cartão amarelo. Trata-se de informação privilegiada compartilhada com alguém que lucrou no mercado de apostas. Mesmo que o tribunal tenha entendido que não houve manipulação direta do resultado, o simples fato de um jogador conversar sobre quando tomará um cartão já é antiético e representa um risco gigantesco no cenário atual do futebol. Ao aliviar para Bruno Henrique, o STJD envia ao País um recado decepcionante: Continua após a publicidade "Se for jogador de time grande, dá para brincar com apostas. No pior dos casos, paga-se uma multa." E é difícil imaginar mensagem mais perigosa. O tribunal tinha a chance de marcar uma posição dura, coerente e pedagógica. Preferiu o caminho mais confortável. Triste, claro. Mas também muito previsível. Continua após a publicidade Opine! Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Milton Neves por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Caso Leandro Lo: PM acusado do homicídio é absolvido por júri em SP Jornal português detona CR7 após expulsão inédita: 'Devia ter vergonha' Resumo novela 'Dona de Mim' da semana: confira capítulos de 15/11 a 22/11 Lotofácil: Prêmio acumula e chega a R$ 12 milhões; veja números sorteados Trump corta tarifa de 10% para alimentos, mas Brasil ainda tem taxa de 40%