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O dia do Flamengo nasceu sob o peso de uma porta continental que se fechou no Maracanã: depois de dois empates sem gols com o Estudiantes, a semifinal da Libertadores terminou em 3 a 2 para os argentinos nos pênaltis. A expulsão de Baltasar Rodríguez ainda no início do segundo tempo abriu uma janela para a reação, mas o placar permaneceu imóvel — e a vaga escapou. [ ] Na marca da cal, Muslera virou o personagem da noite: defendeu as cobranças de Jorginho, Lucas Paquetá e Bruno Henrique. Paquetá deixou o estádio abatido, pediu desculpas à torcida e resumiu, em poucas palavras, o tamanho do golpe: falhou quando não podia. [ ] Depois do apito, a conversa deixou o campo e alcançou o banco e a diretoria. Críticas à atuação e às escolhas de Leonardo Jardim reacenderam o debate sobre a troca de Filipe Luís; a direção, porém, não planeja uma mudança imediata e avaliará o trabalho do treinador e de José Boto ao fim da temporada. O clube também apresentou à Conmebol uma reclamação sobre a escalação de Marcos Rojo pelo Estudiantes — uma contestação ainda em análise, não uma classificação assegurada. [ ] [ ] [ ] Entre a ressaca e a necessidade de virar a página, resta o Brasileirão, ainda em disputa. E houve também um respiro rubro-negro no futebol feminino: a equipe venceu o Fluminense por 3 a 1, reverteu a desvantagem no agregado e avançou à semifinal da Copa do Brasil Feminina, onde enfrentará o Bahia. [ ]