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Análise dos Times

Internacional

Principal

Motivo: O artigo critica fortemente a performance em campo e o discurso da diretoria e comissão técnica, utilizando termos como 'só piora', 'colapso técnico', 'discurso negacionista' e 'vexame'.

Viés da Menção (Score: -0.8)

Motivo: O Vitória é mencionado apenas como o adversário que venceu o Internacional, sem análise aprofundada de seu desempenho ou viés.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Brasileirão Internacional Vitória Ramón Díaz Emiliano Díaz Alan Patrick André Mazzuco Alessandro Barcellos José Olavo Bisol

Conteúdo Original

Vitória 1 x 0 Internacional | Melhores momentos| Rodada 32 | Brasileirão 2025 Há algo pior que o Inter em campo: o que se diz fora dele. A falta de habilidade com as palavras e a negação em assumir o risco de rebaixamento aproximam o time da segunda queda na história. O colapso técnico assusta no Brasileirão, mas a desconexão com a realidade indica a falta de rumo para evitar o vexame. + O ge está no WhatsApp! Siga o canal ge Inter O revés por 1 a 0 para o Vitória , o quarto jogo sem balançar as redes, com três derrotas e um empate no período, encurtou a distância ao Z-4 para três pontos . Não mais em relação aos baianos, que chegaram a 34 e dormiram fora da zona da degola, mas ao Santos (36 a 33), que tem duas partidas a menos. Veja também: + Família Díaz evita falar em luta contra o rebaixamento + Alguém se salvou? Dê notas aos colorados após derrota + Opinião de Mauricio Saraiva: a noite zerada da dupla 1 de 3 Alan Patrick em mais uma derrota do Inter — Foto: Ricardo Duarte/Divulgação, Internacional Alan Patrick em mais uma derrota do Inter — Foto: Ricardo Duarte/Divulgação, Internacional O negacionismo O rebaixamento bate na porta com a naturalidade de quem já conhece o caminho. Enquanto o time sangra em campo sem uma ideia de jogo, direção e comissão técnica seguem sem fazer o básico: admitir que a realidade do Inter, hoje, é brigar contra o descenso. – Estamos na zona? Querem ouvir de nós que brigamos para ficarem tranquilos? Daremos a vida até o último segundo para que o Inter fique onde merece. Está claro. Para nós, brigar pelo rebaixamento é estar na zona. Não estamos e dependemos de nós – bradou o auxiliar Emiliano Díaz. Ramón Díaz, embora mais tranquilo, também não admitiu. Marcado pelo bordão “no va a bajar” quando salvou o Vasco em 2023, o técnico endossou a posição do filho. Se apegou a conquistar os pontos que necessita e fazer valer o fator local. 2 de 3 Ramón Díaz amargou mais uma derrota à frente do Inter — Foto: Ricardo Duarte/Internacional Ramón Díaz amargou mais uma derrota à frente do Inter — Foto: Ricardo Duarte/Internacional Perto do "G-2 da 2ª página" e do Z-4 A direção teve a oportunidade de expor a realidade e mostrar a preocupação. Quem esperava, se decepcionou. O executivo André Mazzuco disse “não entender a ânsia de aceitar a realidade”. Afirmou que o Inter “enfrenta um momento difícil” e surpreendeu ao comparar com a distância ao Bragantino (12º) e o Santos (17º). –Estamos a três pontos do Z-4, mas também são três pontos que nos separa do 12º lugar – declarou o dirigente. A postura se soma a manifestações anteriores do presidente Alessandro Barcellos e o vice de futebol José Olavo Bisol. Ambos abraçaram o discurso de “não ser o momento para avaliar os erros” . E se o rebaixamento vier? Corrigir após o fracasso consumado? André Mazzuco responde sobre momento do Inter no Brasileirão O Inter precisa enxergar, reconhecer de peito aberto os incontáveis problemas e declarar a ameaça ao rebaixamento está cada vez maior. Será o primeiro passo para sair do atoleiro em que se meteu e não encontra uma corda para tirá-lo do fundo. Futebol derrete Em campo, o time se mostra cada vez mais frágil. É complicado achar quem tenha um desempenho pior entre todos no Brasileirão. Talvez o Sport, lanterna desde o começo do campeonato. A derrota colorada em Salvador veio sem jamais dar esperança de que poderia vencer. Os três setores estão distantes um do outro. Mesmo com três zagueiros, a defesa sofre por baixo e por cima. Clayton Sampaio teve dificuldade até com o tempo de bola. Vitão, o mais qualificado, quase fez um gol contra ao tentar um corte de cabeça. 3 de 3 Bruno Henrique lamenta jogada na derrota para o Vitória — Foto: Márcio José/AGIF Bruno Henrique lamenta jogada na derrota para o Vitória — Foto: Márcio José/AGIF No lance, cedeu escanteio e, então, o Vitória marcou. O Colorado, que tanto falha na bola aérea ao longo da temporada, voltou a vazar. Vitinho ficou perdido após a cobrança, e Lucas Halter se antecipou a Juninho para mandar para o fundo das redes. Roteiro pronto Não há dúvida. Quando o Inter toma um gol, ele perde a partida. Falta força para reagir. O meio-campo não cria. Alan Patrick, uma vez mais, pouco entregou. Romero e Carbonero entraram durante o jogo e a criatividade seguiu nula. Ricardo Mathias, titular no lugar de Borré, sucumbiu assim como o colombiano e como ocorria quando Valencia ainda estava no Beira-Rio. “Só a gente pra salvar o Inter”, Luka faz reflexão após derrota | Voz da Torcida Parece existir uma criptonita que dizima o desempenho dos centroavantes colorados. São pouco acionados, verdade, mas sofrem para dominar a bola, levar adiante as jogadas, superar marcadores e finalizar. Não há como ganhar sem marcar. E se vê pouca esperança em encontrar uma forma de organizar o time e construir estratégias para machucar os adversários. A cirurgia precisa ser urgente. Assumir os erros diminuirá a montanha que precisa escalar. O Inter precisa parar de negar o óbvio. Porque, neste ritmo, o rebaixamento deixará de ser risco e passará a ser destino. O torcedor não aguenta mais. 🎧 Ouça o podcast ge Inter 🎧 + Assista: tudo sobre o Inter no ge e na TV 50 vídeos