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Ontem, o dia em São Januário ganhou o tom de crônica esportiva: a CBF sinalizou ao Vasco que há um obstáculo no Fair Play financeiro à negociação da SAF com o enteado da presidente do Palmeiras, Leila Pereira, Marco Lamacchia, que dirige o fundo Blue Star. [fonte 1] . As conversas de bastidores seguiram, com encontros formais entre advogados para detalhar a situação da empresa vascaína; o negócio avançou rápido no fim do ano, mas andou de forma mais lenta em janeiro de 2026, sem que haja um veto formal ainda. [fonte 1] . Sobre o arcabouço regulatório, houve a lembrança de que o Regulamento de Sustentabilidade Financeira veta que uma pessoa tenha controle sobre mais de um clube da mesma divisão; uma análise preliminar dentro da CBF chegou a entender que o enteado pode ser equiparado a filho do ponto de vista jurídico, o que, na prática, sugere que Lamacchia não poderia controlar o Vasco caso Leila Pereira fosse presidente do Palmeiras. [fonte 1] . Mesmo diante desse alerta, a negociação não foi paralisada: os dirigentes vascaínos mantêm a expectativa de uma análise mais aprofundada se o negócio avançar, e colocam exigências claras para qualquer comprador da SAF, como assumir a Recuperação Judicial, investir na infraestrutura de CTs para a profissionalização e base, e estabelecer metas esportivas com penalidades pelo não cumprimento. [fonte 1] . Entre os protagonistas, Leila Pereira não comentou sobre o caso, e o Vasco segue com contatos mantendo o tom de cautela — a leitura oficial é de continuidade dos diálogos, sem anúncio de valores até o avanço definitivo. [fonte 1] .