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O Flamengo fecha 2025 com a silhueta de quem coleciona troféus e aprende com cada janela de mercado do ano. O time de Filipe Luís ergueu oito troféus ao longo de 2025, incluindo a Copa do Brasil de 2024, a Supercopa deste ano, Taça Guanabara, Carioca, Libertadores, Brasileirão, Derby das Américas e Copa Challenger — uma lista que parece ter nascido de um roteiro especialmente generoso com o Rubro-Negro [ ]. Ainda assim, o Mundial de Clubes (ou Intercontinental, como se diz por aí) e a Copa do Brasil 2025 escaparam da conta, deixando o time com gosto de desafio adiado e uma cereja no bolo para 2026 [ ]. O capítulo novo se desenha diante de uma possível batalha contra o PSG. Filipe Luís deixou claro que buscar inspirações no PSG é parte de um processo metódico — e que copiar o modelo parisiense é improvável, já que cada time tem sua própria identidade; ele também citou o Arsenal como referência de estudo, dentro de uma linha de jogo que privilegia espaço, construção de jogo e pressão constante. Hakimi, até onde se sabe, não estará disponível para o duelo, o que naturalmente altera a forma de atacar o PSG; o treinador descreveu o Paris autoral de Luís Enrique como exemplo a ser observado e respeitado [ ]. Quem olha mais longe, porém, é Filipe Luís: ele eleva a geração 1981 como referência histórica de um Flamengo que precisa escrever a sua própria página. Leandro e Tita aparecem entre quem saudou aquela época dedicada a Zico, Júnior, Leandro, Andrade, Adílio e companhia, enquanto o treinador celebra a vontade de construir novos capítulos, com a possibilidade de ampliar a herança para uma segunda estrela. A canção “Em dezembro de 81” ainda ecoa entre as arquibancadas, lembrando que a paixão não tem idade nem medida — o objetivo é claro: fazer história novamente, quem sabe levando o Flamengo a um Mundial em Doha e, quem sabe, soberano diante de rivais europeus no continente do dinheiro e da tradição esportiva [ ].