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Há futuro para Gabigol e Walace no Cruzeiro? ge Cruzeiro repercute Após um 2025 com pouco brilho, Gabigol pode estar de saída do Cruzeiro. Cabe no seu time? O Gato Mestre compara abaixo os números do atacante cruzeirense com outros "camisas 9" do futebol brasileiro. Veja e compare os desempenhos. 1 de 1
Gabigol perdeu pênalti em eliminação do Cruzeiro — Foto: Marcello Zambrana/AGIF Gabigol perdeu pênalti em eliminação do Cruzeiro — Foto: Marcello Zambrana/AGIF Mesmo perdendo a titularidade do time durante a temporada, Gabriel marcou 13 gols e deu quatro assistências em 2025. O camisa 9 do Cruzeiro precisou de 175,5 minutos para marcar, menos do que atacantes como Vitor Roque, Hulk e Yuri Alberto. Entre os centroavantes dos considerados 12 grandes do futebol brasileiro, somente Kaio Jorge, Carlos Vinícius, Pedro e Vegetti precisaram de menos minutos do que Gabriel para fazer um gol. Leia mais: Quais times mais pontuaram em uma rodada do Cartola? Veja ranking Vasco tem três das cinco piores pontuações do Cartola Libertadores: quais times ganhariam vaga se mudanças já valessem Tite tem 15 anos seguidos com aproveitamento superior ao do Cruzeiro em 2025 Um possível destino para Gabigol em 2026 é o Santos, que sonha com o retorno do atacante. Em comparação com Tiquinho Soares, camisa 9 do Peixe, Gabi teve seis gols a mais e precisou de 127,8 minutos a menos para balançar a rede. Contratado a peso de ouro, Gabriel foi titular absoluto do Cruzeiro com Fernando Diniz no início da temporada. Após a chegada de Leonardo Jardim, o atacante perdeu espaço e foi reserva durante a maior parte do tempo. O cenário piorou para Gabi na última semana, quando perdeu pênalti decisivo na semifinal da Copa do Brasil e viu o Cruzeiro anunciar Tite, com quem o jogador coleciona desentedimentos , para comandar o time em 2026. O contrato do atacante com o Cruzeiro vai até dezembro de 2028, mas uma possível saída antes não está descartada. Siga o Gato Mestre nas redes sociais X (Twitter) Threads Facebook Instagram *Gato Mestre é formado pelos jornalistas Agnes Rigas, Arthur Sandes, Cadu Vargas (estagiário), Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.