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Futebol Sara admite desafio por jogar na Turquia: 'Não enfrento ninguém da seleção' Danilo Lavieri Do UOL, em Orlando (EUA) 24/03/2026 15h21 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Estreante na seleção brasileira, o meio-campista Gabriel Sara vê um desafio maior neste primeiro momento por não conhecer quase ninguém do grupo de convocados. Novato na área Gabriel Sara joga no Galatasaray, da Turquia . Antes, ele passou pelo Norwich, da segunda divisão inglesa, após deixar o São Paulo. As passagens por times de ligas alternativas fizeram com que ele não encontrasse com muitos dos companheiros que tem agora na seleção. É um pouco mais complicado porque eu joguei em ligas alternativas, então não enfrentei boa parte de quem está aqui, é uma boa oportunidade de conhecê-los. Sempre quis saber como era o ambiente, e é incrível até agora. Tem o trote para passar, mas o pessoal é bem bacana, aberto. Deu para ver que o ambiente é ótimo. Gabriel Sara Alexandre Borges Erro de Lula pode custar sua reeleição Sakamoto Domiciliar leva QG eleitoral para condomínio rico Casagrande Memphis e Neymar fazem seus times de reféns M.M. Izidoro Quando os maiores de 60 somem da ficção brasileira Ao mesmo tempo, toda a trajetória "alternativa" tinha um propósito: chegar à seleção . Deu certo. Sara foi destaque no Norwich, chegou ao Galatasaray e foi um dos líderes do time que chegou às oitavas da Champions — caiu para o Liverpool nas oitavas. Cada passo que eu dei foi para jogar na seleção. Ir para o Norwich é diferente do normal, mas o jogador depende do que faz em campo, independente da liga. O que eu falei com o Galatasaray foi a Champions e a atração que isso seria. Nosso primeiro papo foi sobre Champions e seleção. Me prometeram que formariam um time competitivo na Champions e isso poderia atrair a seleção. Foi o que aconteceu. O meio-campista não escondeu a surpresa com a convocação . Ela veio justamente na última Data Fifa antes da lista oficial para a Copa do Mundo. Foi uma grande surpresa. Se eu olhar para trás, não imaginava estar aqui. Pegou um lado emocional meu, vivendo o sonho de criança. Ao mesmo tempo, me sinto muito motivado. É difícil chegar aqui e é mais difícil se manter. Espero estar apto e continuar. O que mais ele disse? O que mudou desde o São Paulo? "Acho que ganhei mais casca, mais maturidade, era muito novo no São Paulo. Meu tempo na Inglaterra me ajudou a desenvolver, a redescobrir uma posição, eu jogava mais à frente no São Paulo. No Galatasaray é a sequência desse trabalho. Evolui tecnicamente e minha cabeça também, estou mais maduro." Continua após a publicidade Jogador polivalente . "Com certeza. Eu procuro, sempre que me colocam em uma posição nova, aprender. Jogadores precisam fazer mais de uma. O mais importante é jogar, independente de qual função. Foi assim na Champions e no Brasil. Consigo me adaptar a qualquer posição." O que precisa para convencer Ancelotti fora de campo? "Sendo eu mesmo. Como pessoa, não mudamos muito. Sou tranquilo e sossegado. É tentar aproveitar o máximo em campo para mostrar futebol. Não é fácil, mas temos oportunidades diárias." E em campo? "Jogar o melhor que eu puder. Futebol, seleção, é momento. Vai quem está melhor. Estou em um momento bom e preciso manter o máximo possível. A seleção tem bons jogadores, é difícil conseguir uma vaga, mas espero continuar assim para estar entre eles." Chance da vida por tempo curto para Copa . "Com certeza, é a oportunidade da vida. Espero fazer o melhor e manter meu nome vivo para a Copa." Fernando Diniz e sua importância . "Ele é um pai que eu tive. Foi importante no começo da carreira, foi quem teve paciência e me ajudou amadurecer. Ele acreditou mais em mim do que eu mesmo acreditava. Ele mandou mensagem quando fui convocado. Ele é muito necessário no Brasil hoje. Não damos tempo para os jovens amadurecerem, para eles entregarem o que podem. Ele é importante para isso, para ajudar no desenvolvimento do jovens e pessoas. Precisamos olhar para o futebol pelo lado mais humano, como pessoas e, não, máquinas." Brincadeira no São Paulo . "Acompanho os jogos do São Paulo, assisto aos melhores momentos, mostro para minha filha. Naquela época do São Paulo aprendi a lidar com as críticas de forma diferente, o Diniz me ajudou com isso. A brincadeira era porque vivia momento ruim. Se eu jogasse bem, ia mudar. Foi o que aconteceu. Quando me chamam de astronauta eu dou risada, levo na boa." Continua após a publicidade Relação com São Paulo . "São Paulo está no meu coração, me lançou para o mundo. A última coisa que quero é voltar para o São Paulo mal fisicamente ou velho. Quero voltar numa situação onde possa contribuir. Tenho mais a evoluir para me tornar jogador melhor, mas quero voltar na minha melhor versão para dar o que a torcida merece." 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