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Análise dos Times

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Após ter a estreia no Fluminense adiada por uma grave lesão, Ana Medina passou a valorizar cada pequeno detalhe no retorno às quadras. É um aprendizado que a oposta de 26 anos tirou de um ano e dois meses longe do ofício e leva para sua primeira temporada efetiva com o Tricolor . ➡️ Tudo sobre os esportes olímpicos agora no WhatsApp. Siga o nosso novo canal Lance! Olímpico Ana havia acabado de acertar a ida para o Fluminense quando rompeu o ligamento cruzado anterior (LCA) do joelho esquerdo em treino da Seleção Brasileira universitária , em julho do ano passado. A contusão aconteceu em um momento de ascensão profissional, já que a jogadora vinha de uma Superliga de destaque pelo Brasília e estava convocada para compromissos com a equipe nacional. Futuramente, o sentimento de frustração por ter sua carreira comprometida pela lesão daria lugar ao de gratidão. Mesmo sem condições de jogo, a atleta permaneceu integrada ao elenco e fez toda a recuperação com o apoio da estrutura e dos profissionais do clube, a quem faz questão de agradecer pelo acolhimento. — A forma como eles me acolheram foi maravilhosa. Eu não tenho um "ai" pra falar do Fluminense. Eles cuidaram tanto de mim fisicamente e eram muito preocupados com minha questão mental, de estar sempre com as meninas, estar com o grupo. Isso fez total diferença para que hoje eu tivesse também esse lado de gratidão pelo clube, pelos profissionais que estavam comigo — contou, em entrevista ao Lance! . O período afastado das quadras transformou completamente a relação de Ana Medina com o vôlei , além de ter a ensinado a relativizar certas dificuldades do dia a dia de um atleta. — É a famosa (expressão): "A gente só valoriza as coisas quando perde" . Então, sempre que eu falo que estou cansada depois de um treino, eu falo: "Ana Clara, ano passado tu tava implorando para estar cansada após o treino" — desabafou. A chave para o recomeço de Ana Medina no esporte é a valorização da caminhada. E, claro, o desejo de que nenhuma companheira de profissão tenha que passar pelo que ela passou. — É saber valorizar esse momento, saber valorizar também, independentemente de uma vitória, de uma derrota, que todo mundo saia saudável. Nosso time, ninguém se lesionou. O time do lado de lá, ninguém se lesionou. E isso também é o mais importante — concluiu. ➡️ Vôlei: Lorena comenta potencial rivalidade em Sesc Flamengo x Praia Clube ➡️ Natinha explica dispensa da Seleção Brasileira de vôlei: 'Melhor escolha' O Fluminense é a equipe com o maior número de compromissos agendados na pré-temporada. Nos dias 2 e 3 de outubro, as comandadas do técnico Facundo Morando disputam a Copa Brasília, em Brasília (DF), chegando à terceira participação em torneios amistosos neste ano. O Tricolor vem de uma vitória e três derrotas em 2026/27, somando as campanhas na Brasil Cup, em Belém (PA) , e na Copa Supervôlei, em Niterói (RJ) . O time carioca foi superado por Minas, Sesc Flamengo e Praia Clube, enquanto o único triunfo conquistado até aqui veio sobre o Alianza Lima, do Peru. Os amistosos fazem parte da preparação visando à Superliga feminina, que começa já no próximo mês. Antes, a equipe tricolor terá jogos contra Sesc Flamengo e Tijuca Tênis Clube pelo Campeonato Carioca. Sexta-feira (02/10), às 20h30 Fluminense x Brasília - semifinal Sábado (03/10), às 16h Disputa de 3º lugar com Minas ou Universitario (PER) *Caso perca para o Brasília Sábado (03/10), às 18h30 Final com Minas ou Universitario (PER) *Caso vença o Brasília Quinta-feira (08/10), às 19h30 Fluminense x Tijuca Tênis Clube - 1ª fase Sábado (10/10), às 19h Sesc Flamengo x Fluminense - 1ª fase Terça-feira (13/10), às 18h30 Final com Sesc Flamengo ou Tijuca Tênis Clube *Caso fique entre as duas primeiras posições