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Análise dos Times

Selecao Brasileira

Principal

Motivo: O texto aponta falhas na letalidade e pênalti perdido, apesar de reconhecer a persistência e bons momentos. O tom é de crítica construtiva para a Copa.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Motivo: A Tunísia é descrita como adversária que impôs dificuldades com sua retranca, sem viés positivo ou negativo explícito em sua atuação.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

vitor roque estevao wesley danilo matheus cunha selecao brasileira fabinho carlo ancelotti fabrício bruno copa do mundo 2026 luiz henrique tunisia lucas paqueta

Conteúdo Original

Esporte Análise: Seleção consegue furar retranca da Tunísia, mas peca na falta de letalidade 19/11/2025 06h00 Deixe seu comentário A Seleção Brasileira empatou em 1 a 1 com a Tunísia nesta terça-feira, no Decathlon Stadium, em Lille, na França, em seu último compromisso de 2025. O resultado pode não ter sido dos melhores, mas os comandados de Ancelotti tiveram bons momentos ao longo dos 90 minutos. O time canarinho enfrentou bastante dificuldade para infiltrar na defesa adversária, sobretudo após sofrer o primeiro gol dos africanos, mas foi persistente para, ainda no primeiro tempo, empatar a partida graças ao gol de Estêvão, de pênalti. Na etapa complementar o Brasil teve mais chances de perigo. O time comandado por Carlo Ancelotti voltou a campo com mudanças, como Vitor Roque na vaga de Matheus Cunha e Danilo no lugar de Wesley. Mais tarde, Lucas Paquetá, Fabrício Bruno, Fabinho e Luiz Henrique também foram acionados. Sakamoto Prisão de dono do Master afeta chapa Tarcísio-Ciro? Juca Kfouri Valeu só por Estêvão que aos 18 joga como líder Dora Kramer Apaixonados políticos são minoria que só faz barulho Josias de Souza Vorcaro sonhou com a invulnerabilidade Foi justamente na segunda metade da partida que o Brasil teve mais repertório, trocou passes rapidamente e foi capaz de abrir alguns espaços na defesa tunisiana. Quando não conseguia levar perigo com a bola passando de pé em pé, o time pressionava a defesa adversária para efetuar o desarme o mais próximo possível do gol da Tunísia. Foi assim, inclusive, que Vitor Roque acabou sendo derrubado dentro da área e gerando mais um pênalti a favor do Brasil. Lucas Paquetá, porém, não teve o mesmo sucesso de Estêvão na marca da cal e jogou no lixo a chance de garantir a vitória de virada para a Seleção. Sim, o Brasil conseguiu contornar as dificuldades impostas pela retranca tunisiana de uma maneira ou de outra, mas a principal lição que fica deste amistoso é a necessidade de o time canarinho ser mais letal. Se tratando de Copa do Mundo, qualquer erro ou displicência pode custar caro demais. Em março de 2026, Ancelotti terá a última oportunidade de promover testes, avaliar jogadores e definir quem serão os convocados para a Copa do Mundo de 2026. Mas, para os jogadores, será a chance derradeira de colocar em prática tudo aquilo que é necessário para ter sucesso na disputa do Mundial. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Caso orixá: MP pede imagens de câmeras de PMs após ação em escola em SP A Fazenda: Wallas, Dudu Camargo, Duda e Maria estão na nona roça Ex-jogador Jô é preso pela quarta vez por não pagar pensão alimentícia Mãe é presa suspeita de mandar matar a filha de 24 anos por herança em PE Ninguém acerta Lotofácil e prêmio sobe para R$ 5 milhões; confira dezenas