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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo foca na perspectiva de um jogador do Brasil, avaliando sua performance e chances de convocação para a Copa. A derrota é mencionada, mas o tom é de aprendizado e esperança.

Viés da Menção (Score: 0.2)

Motivo: A França é apresentada como um adversário de alta qualidade, um teste para o jogador. Não há juízo de valor sobre seu desempenho na partida em si.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Carlo Ancelotti Copa do Mundo Atlético-MG Brasil França Torino Bremer Juventus

Conteúdo Original

Futebol Bremer comemora atuação contra França e se vê mais próximo da Copa do Mundo Danilo Lavieri Do UOL, em Orlando (EUA) 30/03/2026 05h30 Deixe seu comentário 0:00 / 0:00 Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Bremer é um dos jogadores que mais precisa mostrar serviço nesta data Fifa. Titular contra a França, o jogador avalia que teve boa atuação individual, apesar da derrota por 2 a 1 do Brasil, e que agora está mais próximo da vaga para a Copa do Mundo. Em entrevista ao UOL , o zagueiro da Juventus disse não ver diferença na briga por posição com os zagueiros por conta da preferência de lado e explicou que não sente tanta diferença dos treinos de Ancelotti para os que ele recebe na Juventus. Fico feliz pela atuação que tive contra a França, mas é um caminho longo. Sei que fiz um bom jogo, então, dentro de mim, estou mais próximo [da Copa do Mundo]. Mas é trabalho contínuo, para melhorar e ser chamado. A cho que a concorrência é geral: zagueiro é zagueiro. Um é canhoto, outro é destro, mas é sempre zagueiro. Importante é estar bem e ter a concorrência positiva e dar a boa dor de cabeça para o treinador Bremer, zagueiro da seleção brasileira, em entrevista ao UOL Alexandre Borges Flávio Bolsonaro provocou, e o lulismo mordeu a isca Josias de Souza Kassab parece ter perdido o 'GPS político' Daniela Lima Lula não obrigará Alckmin a sair da vaga de vice Letícia Casado Aliados de Flávio projetam STF e Lula enfraquecidos "Ancelotti dá muita atenção à parte tática, especialmente no setor defensivo. Ele não é só paizão, mas ensina bastante também dentro de campo. Para mim, não é diferente, na Itália é assim, tenho oito anos ali. Tenho muito para aprender, mas os treinos são parecidos." Confira a entrevista completa UOL: Você fez gol na França, o adversário mais difícil da era Ancelotti, mas zagueiro sempre pensa em não tomar gol. Trocaria o seu gol por um 0 a 0? Bremer: Quando a gente fala de zagueiro, ainda mais vindo da Itália, a gente prefere não tomar gol. A preferência é essa. Quem sabe ganhar de 1 a 0. Mas o jogo é difícil, a gente sabe da qualidade da França, temos coisas para melhorar, mas estamos no bom caminho. UOL: Você enfrentou a França, que é um dos melhores ataques do mundo. É muito diferente do nível que você joga na Europa? Bremer: São grandes jogadores, mas na nossa seleção tem Raphinha, Vini, Martinelli, que também estão em alto nível. Para mim não é tão diferente, estou acostumado a ter esses embates Continua após a publicidade UOL: Como é seu pós-jogo da derrota da França? Você vê muitas vezes o lance dos gols? Bremer: Tenho essa cultura de ver os jogos, pensar no que posso melhorar, o que tem que ser feito. Conversa com a comissão também e aí a gente olha de uma forma crítica, mas sempre positiva. UOL: Você fez o gol contra a França, mas tudo indica que não atuará contra a Croácia. Qual o peso de não estar nesse jogo? Bremer: Estou bem tranquilo, a decisão é do treinador, ainda não sabemos quem vai jogar. O importante é estar bem nos treinos também, porque os treinos mostram muita coisa. Vou fazer meu melhor e deixar o treinador fazer a decisão. UOL: Falando um pouco da sua carreira, você apareceu no Atlético-MG e já foi vendido para Torino. Como foi essa adaptação lá? Bremer : Quando saí do Brasil, saí jovem, com 21 anos, peguei um treinador conservador, italiano, que me ensinou muito. Não joguei tanto, mas ele me pedia para eu aprender a língua, a cultura, aprender taticamente como jogar, como virar o corpo, como defender, foi a base de tudo. Continua após a publicidade UOL: Vendo a diferença do Bremer daquele começo com o Bremer de agora oito anos depois. O que mais mudou? Bremer: Acho que em questão de cultura mudou muito. Na Europa é bastante livre, liberdade para criar seus filhos, fazer sua vida. Tem mais liberdade e a gente perde isso no Brasil, apesar de ser um país maravilhoso. A cultura é muito diferente, até mesmo no pós jogo, de como é depois de perder um jogo, não tem essa cobrança total como é no Brasil. Isso para gente na Europa é muito importante. UOL: Você pensa em voltar ao Brasil? Bremer: Não penso nisso ainda. Quando assisto ao jogo, tenho aquela sensação de ser brasileiro, de ver a torcida calorosa, a família no Brasil, mas hoje não penso nisso. E dentro de campo também estou bem. UOL: Acompanha o Brasileirão? Acha que o nível é muito diferente em relação ao futebol europeu? Bremer: Eu assisto a alguns jogos, mas sempre vejo também os melhores momentos. E o nível é bem diferente. Você joga contra Mbappé, Olise, Vini Jr... [O futebol brasileiro] ainda não tem jogadores desse nível. Tem jogadores que têm potencial, mas não são desse tamanho. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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