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Pouco mais de dois meses depois da grave lesão na partida contra o Internacional, o atacante Gabriel Pec tem projeção de retorno aos treinamentos em campo no Cruzeiro . Segundo apuração do Lance! , o jogador deve voltar a trabalhar com bola entre outubro e novembro.
No entanto, o período ainda é incerto e não foi definido um prazo exato para o atleta. A evolução seguirá sendo monitorada conforme as dores sentidas. Enquanto isso, ele continua fazendo fisioterapia.
Atualmente, Gabriel Pec não precisa de muletas para andar. Ainda sente dores, mas isso é algo normal na recuperação de uma lesão da gravidade da sofrida pelo jogador.
O atacante sofreu uma fratura na tíbia da perna esquerda em sua estreia pelo Cruzeiro, no dia 22 de julho. Por conta disso, passou por procedimento cirúrgico e está em processo de recuperação.
Gabriel Pec poderá retornar aos gramados quando houver consolidação radiográfica completa, ausência de dor durante corridas, saltos e mudanças de direção, e força superior a 90% em relação ao membro contralateral.
Quando estiver apto a realizar acelerações, desacelerações, chutes e mudanças de direção em intensidade máxima, deverá ser liberado pela equipe médica, fisioterapeutas e preparadores físicos.
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A informação sobre a evolução de Gabriel Pec, atacante do Cruzeiro, foi divulgada inicialmente pela Itatiaia e confirmada pela reportagem do Lance! , que aprofundou a apuração.
O tratamento cirúrgico escolhido pelo Departamento Médico do Cruzeiro é o mais indicado para casos desse tipo, pois permite melhor alinhamento, estabilidade e uma reabilitação mais rápida.
Entre as opções de cirurgia, duas são mais comuns: com haste intramedular bloqueada (mais utilizada) e placa bloqueada minimamente invasiva (MIPO), usada para fraturas mais distais (próximas ao tornozelo).
A primeira consiste na colocação de uma haste de titânio ou aço inserida no canal do osso da tíbia. A segunda é feita com uma placa inserida por pequenas incisões, longe do foco da fratura.
– Pela imagem, o atleta teve fratura no terço distal da tíbia. Essa é uma lesão grave que exige tratamento individualizado conforme o padrão da fratura, comprometimento da fíbula, da articulação do tornozelo e das partes moles. Como houve corte ("tomou pontos"), é considerada uma fratura exposta – explica o Dr. Ricardo Soares, médico ortopedista do Hospital Ortopédico AACD, em entrevista ao Lance! .