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Análise dos Times

Mubadala Brazil

Principal

Motivo: O artigo foca na equipe brasileira, destacando sua evolução, conquistas e a liderança pioneira de Martine Grael, com tom positivo e de otimismo.

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Palavras-Chave

Entidades Principais

Rio de Janeiro Martine Grael SailGP Mubadala Brazil Pietro Sibello Rasmus Køstner Paul Brotherton Marco Grael Mateus Isaac Breno Kneipp

Conteúdo Original

Martine Grael fala sobre a nova temporada da SailGP e etapa no Rio O Rio de Janeiro já tem encontro marcado com a elite da vela mundial. Nos dias 11 e 12 de abril, a Cidade Maravilhosa receberá pela primeira vez uma das etapas do SailGP, competição por países conhecida como a "Fórmula 1 da vela" pela velocidade dos barcos, que podem chegar a mais de 100km/h. A passagem do evento pelo Brasil ganha peso em uma temporada histórica, já que o calendário de 2026 será o mais longo da competição e terá a presença consolidada de uma equipe brasileira, liderada pela bicampeã olímpica Martine Grael. A primeira etapa do ano começará neste sábado (17), em Perth, na Austrália, e o sportv3 vai transmitir a partir de 2h (de Brasília). - Como qualquer grande evento que vem para o Rio, é sempre muito especial. E essa coisa de receber as pessoas é o que mais me anima. As pessoas virem, conhecerem um pouco da cultura e experienciar o que é o Rio de Janeiro, um lugar muito especial para ser visitado. Então, fico contente por ter uma etapa aqui - celebrou Martine Grael, em entrevista exclusiva ao ge . + Oscar Schmidt e campeões olímpicos da vela e vôlei de praia entram no Hall da Fama do COB 1 de 3 Barco do time brasileiro nas águas de Abu Dhabi, durante a grande final da temporada 2025 do SailGP — Foto: AT Films Barco do time brasileiro nas águas de Abu Dhabi, durante a grande final da temporada 2025 do SailGP — Foto: AT Films Criado em 2018, o SailGP reúne algumas das principais potências da vela em regatas disputadas a bordo de catamarãs F50, embarcações capazes de ultrapassar 50 nós (93 km/h). As provas são curtas, intensas e realizadas próximas à costa, o que transforma cada etapa em um verdadeiro espetáculo para o público. Ao longo da temporada, os resultados somam pontos até a definição do campeão na grande final. A etapa do Rio promete ser um dos destaques do calendário, especialmente pela presença de uma equipe brasileira, que estreou no SailGP em 2025. Após um ano na liga, o Mubadala Brazil já soma duas vitórias em regatas e o vice-campeonato da Impact League, competição paralela que valoriza iniciativas de impacto social e ambiental. Há uma evolução no desempenho, mas 2026 também traz desafios por causa de mudanças na configuração do time. - A gente está mais confortável com a rotina da liga, com as situações, com a intensidade. Mas, com a equipe reformulada, é quase começar do zero. A diferença é que a evolução daqui pra frente vai ser mais rápida do que no ano passado, por causa da experiência. Assim como no ano passado, Martine seguirá no centro do projeto brasileiro, não só pela atuação no barco, mas por ser um símbolo da vela. Bicampeã olímpica, ela é a primeira mulher a pilotar e liderar uma equipe no SailGP, rompendo barreiras em um ambiente tradicionalmente dominado por homens. - Acho que não representa só uma mudança pra liga, mas para toda a cadeia do esporte. Quando uma equipe iniciante vê uma mulher no leme, isso muda a percepção. Normaliza. Quando eu estou na água, eu não penso nisso. Eu sou só parte da tripulação. Mas acho que no futuro vão ter outras mulheres em outras funções. É uma mudança que leva tempo. Fico muito contente com a oportunidade de ser a primeira. 2 de 3 Equipe Mubadala Brazil no SailGP é comandada por Martine Grael — Foto: AT Filmes Equipe Mubadala Brazil no SailGP é comandada por Martine Grael — Foto: AT Filmes De olho em voos mais altos em 2026, bem além do 11º lugar de 2025, o Mubadala Brazil passou por ajustes importantes. Chegaram nomes experientes do circuito internacional, como o italiano Pietro Sibello (wing trimmer), o dinamarquês Rasmus Køstner (controlador de voo) e o britânico Paul Brotherton (técnico), reforçando o projeto dentro e fora da água. Ao lado deles, seguem os brasileiros Marco Grael, Mateus Isaac e Breno Kneipp, além de uma estrutura robusta que envolve mais de 20 profissionais nos bastidores. Em meio a um início de temporada já exigente, Martine detalhou os desafios da nova fase. - O primeiro dia na água foi bem desafiador, condições difíceis. A gente teve que tirar o pé do acelerador. São três etapas seguidas aqui na Oceania, sem muito espaço para reparos. Se acontecer algo em uma, você perde as outras. Então não dá pra colocar os pés pelas mãos. Às vezes você precisa parar, conversar, alinhar, mesmo vendo os outros passando. Mas as pessoas que entraram estão muito motivadas, e isso traz mais energia para o time - afirmou Martine Grael. Com equipes de países como Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Reino Unido, França, Alemanha, Espanha, Canadá, Dinamarca e Suíça, o SailGP se consolida como uma das competições mais prestigiadas da vela mundial. Em 2026, terá 13 etapas - um recorde até agora -, com a chegada de quatro novas sedes (Perth, Rio de Janeiro, Bermuda e Halifax). 3 de 3 Martine Grael, capitã do barco brasileiro no SailGP — Foto: Sail GP Martine Grael, capitã do barco brasileiro no SailGP — Foto: Sail GP Calendário Completo da temporada 2026 Perth (Austrália): 16 a 18 de janeiro Auckland (Nova Zelândia): 13 e 14 de fevereiro Sydney (Austrália): 27 de fevereiro a 01 de março Rio de Janeiro (Brasil): 11 e 12 de abril Bermuda: 09 e 10 de maio Nova York (EUA): 30 e 31 de maio Halifax (Canadá): 20 e 21 de junho Portsmouth (Reino Unido): 25 e 26 de julho Sassnitz (Alemanha): 22 e 23 de agosto Espanha (local a definir): data a confirmar Saint-Tropez (França): 12 e 13 de setembro Dubai (Emirados Árabes Unidos): 21 e 22 de novembro Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos): 28 e 29 de novembro (Grande Final) Formação do Mubadala Brazil no SailGP 2026 Martine Grael (Brasil) – Capitã Rasmus Køstner (Dinamarca) Pietro Sibello (Itália) Paul Goodison (Reino Unido) Marco Grael (Brasil) Mateus Isaac (Brasil) Breno Kneipp (Brasil) Richard Mason (Reino Unido) – Reserva Paul Brotherton (Reino Unido) – Técnico