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Análise dos Times

Flamengo

Principal

Motivo: O artigo exalta as conquistas e a organização do Flamengo, apresentando-o como um exemplo de sucesso na comparação com a elite europeia, destacando suas qualidades e potencial.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Psg

Motivo: O PSG é apresentado como um contraponto financeiro do Flamengo, enfatizando o abismo financeiro e a 'receita inchada por petróleo', sem explorar suas qualidades esportivas de forma positiva.

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

flamengo chelsea jorginho alex sandro carrascal danilo pedro plata rossi saul leo ortiz filipe luis psg pulgar cebolinha lino leo pereira jorge jesus varela bayern arrrascaeta

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Opinião Esporte Flamengo prova ser possível encarar elite europeia na era da disparidade Rodrigo Mattos Colunista do UOL 18/12/2025 05h30 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Filipe Luís, técnico do Flamengo, durante jogo contra o PSG na Copa Intercontinental Imagem: Adriano Fontes/Flamengo Sim, o Flamengo é o clube de maior investimento de todas as Américas. Equipara-se a equipes médicas das cinco principais ligas europeias. Mas tem um abismo financeiro da elite do velho continente onde está o PSG. Como então o time carioca conseguiu fazer um jogo equilibrado diante do campeão da Champions PSG na final do Mundial? Como tem a estatística no ano de três jogos (1 vitória, um empate e uma derrota) diante de três gigantes europeus, Bayern, Chelsea e a equipe francesa? O investimento no time, lembremos, tem proporção de 4,6 vezes entre a receita de Flamengo e PSG. A receita rubro-negro é pouco mais de um terço da parisiense inchada por petróleo. Juca Kfouri A ironia cruel dos pênaltis perdidos PVC Fla valente, mas PSG é o primeiro francês campeão Josias de Souza Lula usa e abusa da máquina governamental Marco Antonio Sabino A maior lição para as empresas no caso da Enel Primeiro, o Flamengo encontrou um técnico brasileiro de mentalidade europeia e que se adapta a seu DNA, Filipe Luís. No caso, também é torcedor do time. Tinha feito o mesmo com o português Jorge Jesus. Ambos não abrem mão de tentar enfrentar de fato os gigantes, marcar pressão alta, tentar ter a bola, agredir. Não ficar encolhido com a bunda na rede torcendo para a tormenta passar como costumam fazer os times de fora da Europa. Se Filipe Luís ficar, o clube terá a vantagem da estabilidade que não desfruta há tanto tempo que é difícil lembrar quando esta existiu. Ele já é o mais longevo do milênio provavelmente - estou falando de cabeça, talvez alguém me corrija. Para além disso, o clube atraiu um perfil de jogador mais veterano, cascudo, mas ainda em condições de atuar em alto nível. Casos de Jorginho, Alex Sandro, Danilo, Saul. Recheou com garimpos sul-americanos como Plata, Carrascal e Pulgar, Varela. Todos contratados após idas à Europa ou Oriente Médio - poderiam tentar pega-los mais jovens, na primeira contratação. Somou à elite do que se tem no país, os zagueiros Léo Ortiz e Léo Pereira na zaga, Pedro, Cebolinha e Lino no ataque. E também o uruguaio Arrascaeta. Continua após a publicidade A mescla gera um elenco um degrau abaixo da primeira prateleira europeia, principalmente no físico, mas capazes de competir em padrão bem próximo. O fato de o Brasil ser um celeiro de atletas ajuda. Às vezes é mais convencer um jogador de elite europeia a voltar para casa do que ir para um inóspito Oriente Médio. O projeto vencedor rubro-negro também contribui. Se ambicioso, o jogador que atua na segunda prateleira da Europa - ou é reserva - deve ser atraído por ganhar uma Libertadores, um Brasileiro. E o crescimento da imagem global rubro-negra, no palco mundial em 2025, retroalimenta o clube. Para 2026, o Flamengo terá mais dinheiro para contratações do que em 2025. O previsto é algo no patamar de R$ 600/700 milhões, próximo da casa de 100 milhões de euros. Seria saltar o investimento no elenco próximo de 50%, já que o atual foi formado com pouco menos de 200 milhões - e podem haver perdas ou saídas, a ver. Lacunas como um centroavante para competir com Pedro, um goleiro com Rossi, um zagueiro, jogadores mais jovens e propensos a aguentar a temporada inteira. Há um refino necessário. A base pode fornecer algumas elementos também, a ver o Carioca. O Brasileiro, extremamente competitivo, também é um fator a favor do Flamengo. O clube enfrenta, por exemplo, mais dificuldades do que o PSG em casa, talvez do que o Bayern também. Continua após a publicidade O fato é que, no Brasil, os clubes têm desvantagens financeiras e menos atratividades do que a Europa. Mas agremiações organizadas, com fortalecimento de suas marcas, a cultura local do futebol (e dos vizinhos) são ativos importantes para os brasileiros. Quando aumenta o número de enfrentamentos, também se reduz o fantasma e cria-se o costume. E o topo fica ao alcance da mão, ou dos pênaltis. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. 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