🔎 ou veja todas as análises já realizadas

Análise dos Times

Bahia

Principal

Motivo: O artigo foca na análise crítica do desempenho do Bahia e nas declarações do técnico Rogério Ceni sobre as falhas da equipe, indicando um tom preocupado e de cobrança.

Viés da Menção (Score: -0.6)

Motivo: O Remo é apresentado como o adversário que se beneficiou das falhas do Bahia, mas sem um viés específico a favor ou contra.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: O Santos é mencionado como o próximo adversário do Bahia, servindo como contexto para a necessidade de recuperação do time baiano.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Santos Copa do Brasil Bahia Remo Rogério Ceni Willian José Caio Alexandre David Duarte Ramos Mingo Yago Pikachu Alef Manga Léo Vieira

Conteúdo Original

Bahia 1 x 3 Remo | Melhores Momentos | Copa do Brasil 2026 Em noite de muitos erros, o Bahia perdeu por 3 a 1 para o Remo , na Casa de Apostas Arena Fonte Nova, e se complicou na Copa do Brasil. Tchamba abriu o placar, Willian José deixou tudo igual ainda no primeiro tempo, mas Yago Pikachu e Alef Manga aproveitaram falhas de Léo Vieira e Ramos Mingo para deixar o time visitante na frente novamente. Siga o ge Bahia nos Canais do WhatsApp Veja quem chega e quem sai do Bahia Em entrevista coletiva após o jogo, Rogério Ceni avaliou que o time começou bem os dois tempos de jogo, mas não conseguiu aproveitar as oportunidades. O treinador também assumiu a responsabilidade pela derrota nesta quinta-feira. - Não tem como dar explicação ao torcedor, nós falhamos hoje. Quando joga contra times de linha baixa, tem que caprichar na construção. Tivemos chances. Os começos dos tempos foram muito bons, mas os dois gols saem em erros de passes. E contra times que jogam em transição, requer um ajuste fino nos passes. A responsabilidade é minha, não culpo os jogadores. Não vejo os jogadores com falta de vontade. Temos essa dificuldade de fazer gols, mesmo com o passar do tempo - iniciou Ceni. - As trocas mudam as características, mas o adversário não muda, está com a vantagem. O terceiro gol nos coloca numa situação muito difícil, mas queremos muito estar na próxima fase. Não havíamos perdido dois jogos seguidos no ano. Precisávamos dar uma resposta com o espaçamento maior no calendário, estamos em só duas competições. Momento muito delicado que temos que superar, vencer o Santos de qualquer maneira no sábado. A responsabilidade hoje é totalmente minha. Não dá para reclamar de má vontade, sim de erros. Mas a responsabilidade é minha, não estamos confortáveis. Pedi para que eles fossem embora e só eu atendesse a vocês hoje - completou o técnico. A atuação do Bahia causou revoltou os torcedores, que chegaram a gritar "olé" para o Remo na Arena Fonte Nova. Rogério Ceni avaliou o prejuízo para o jogo da volta da equipe tricolor, que vai precisar vencer ao menos por dois gols de diferença para levar a disputa para os pênaltis. - O torcedor é uma manifestação pura daquele momento. O torcedor gosta daqueles que dão resultado. Não podemos reclamar de público, um dia chuvoso. Se eu disser que não influencia o jogador, estaria mentindo, mas não posso tirar a manifestação do momento. Vamos brigar no segundo jogo com uma situação muito desfavorável. Vamos ter que arrancar o triunfo de qualquer maneira contra o Santos. Precisamos da confiança do torcedor, não sei se vamos ter. Mas vamos dar nosso melhor. Que a gente consiga ter a calma que não teve hoje para estancar no sábado. Antes de voltar a enfrentar o rival da Copa do Brasil, o Tricolor encara o Santos, pelo Brasileiro, neste sábado. Para Rogério Ceni, é importante o time "estancar a sangria". - Dois gols de diferença em Copa do Brasil, fora de casa, é um caminho grande para ser percorrido. Nas chances que tivermos, precisamos fazer um gol rápido. Vamos correr os mesmos riscos de hoje. Vão baixar as linhas, talvez um pouco mais altas. Mas um jogo de características parecidas, o Bahia vai ter que controlar o jogo. Se tiver condições de concluir as chances, tudo bem, mas se criar e não converter, o tempo vai passando… Nós temos que tentar estancar a sangria no sábado. Esse é o ponto principal. 1 de 1 Rogério Ceni técnico do Bahia durante partida contra o Remo no estádio Fonte Nova pelo campeonato Copa Do Brasil 2026 — Foto: Jhony Pinho/AGIF Rogério Ceni técnico do Bahia durante partida contra o Remo no estádio Fonte Nova pelo campeonato Copa Do Brasil 2026 — Foto: Jhony Pinho/AGIF O Bahia volta a encontrar o Remo no dia 13 de maio, uma quarta-feira, às 21h30, no Mangueirão. Veja outros trechos da entrevista coletiva de Rogério Ceni Poucas finalizações - Achei poucas finalizações pelo volume de jogo. O Remo veio para marcar individual. Caio acertou muitos passes… Se você não acha o tom do jogo… Gramado também deixa o jogo mais pesado para quem constrói, mas fomos pouco efetivos. Tecnicamente fomos abaixo do nosso padrão. Contamos com azar no início dos dois tempos, em que tivemos grande volume de jogo. Não foi o suficiente, mas foram grandes oportunidades criadas. Erros de finalizações - Tento desenvolver com os centroavantes, os pontas, trabalhar finalizações. No momento do jogo é muito pessoal, são escolhas. Quando trabalho com eles coloco os bonecos, as suposições. No treino as coisas são mais fáceis, no jogo depende do estado de espírito, da confiança. Estamos tendo dificuldade maior para fazer gols. Em outros momentos fazíamos três, quatro gols em casa. Muito do momento que vivemos, alguns ainda sentem a eliminação na Libertadores. Um ataque de 15 gols no Brasileiro, pouco. Atuação de Caio Alexandre - Jogamos no cinco contra quatro na construção, Caio baixando. Jajá com velocidade em cima de Nico. Demoramos para conectar os passes, muitas vezes coube ao David encontrar os passes. Caio não dá a marcação que o Nico dá, mas ele é muito importante para quebrar a pressão. O campo bem encharcado dificulta um pouco. Fisicamente ele ainda pode evoluir, de 2024 para 2025 ele chegou muito bem na pré-temporada. Para jogos dentro de casa, o adversário vem para se defender e precisamos dele para encontrar espaços. Caio é único no nosso time no sentido de qualidade. Precisamos muito dele. Peso de jogos grandes - Se eu disser para você que não acontece… Contra o Fluminense, não conseguimos a vaga direta, mas é um jogo difícil por natureza. O Remo jogou bem para o que se propôs. Em 2024 eliminamos o Botafogo. Mas estamos com resultados piores do que temos nos pontos corridos. Neutralizar problemas - Não há tempo para neutralizar problemas. Julgamento sexta-feira, caso do David [Duarte]. Analisar o estado físico de cada atleta. Só sei que precisamos dar uma resposta imediata para ficar na parte de cima do Campeonato Brasileiro. Mas neutralizar o impacto mental de um elenco que ouviu vaias no primeiro e no segundo tempo… Apagão? - Hoje não vejo um apagão, mas uma equipe que quer chegar longe não pode ter tantos erros técnicos. Não tem campo, precisa achar. Não vi direito, quando eu olho a bola está no pé do Léo, depois já está no meio da corrida. Santi tenta um passe para Sanabria e acaba errando. Eu incentivo meus jogadores a jogarem, não posso culpá-los. Fonte Nova perdeu força? - Não culpo o torcedor, ele é emotivo. A culpa é nossa de não conseguir produzir o suficiente. Eu digo que, entre vaias e aplausos ou silêncio, as vaias atrapalham. É uma questão de reação, momento. Precisamos jogar com mais subterfúgios para que o torcedor esteja mais feliz, aplauda. Nos momentos de reação, empatamos dois minutos depois de sofrer. Caímos em casa mas melhoramos fora de casa. Infelizmente, neste ano, estamos sofrendo mais em casa. A culpa não é do torcedor, mas nossa, que precisamos entregar volume de jogo e gols. 50 vídeos