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Análise dos Times

Palmeiras

Principal

Motivo: Foco da coluna; exalta domínio, segurança e 'lances agudos', mas critica gols desperdiçados ('não matou a semifinal')

Viés da Menção (Score: 0.4)

Motivo: Retratado como inferior ('mais coragem que juízo'), mas com reconhecimento da reação e do pênalti não marcado

Viés da Menção (Score: -0.2)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Vasco Palmeiras Copa do Brasil Giay Campeonato Brasileiro Juca Kfouri Flaco Lopez Mauricio UOL Cuiabano Marlon Freitas Leo Jardim Arias Barboza Sao Januario Colidio

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Palmeiras não mata e São Januário o espera Juca Kfouri Colunista do UOL 01/11/2026 17h56 Deixe seu comentário Arias em ação durante Palmeiras x Vasco, jogo da Copa do Brasil Imagem: Marcello Zambrana/AGIF Resumo Ouvir na voz do colunista 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Nada menos que 32 pontos, em 33 jogos, separam Palmeiras e Vasco na tábua de classificação do Campeonato Brasileiro. Por mais que mata-mata seja mata-mata, o melhor que poderia ter acontecido ao Alviverde era mesmo fazer o jogo de ida em casa para poder liquidar as semifinais da Copa do Brasil em casa. A diferença técnica entre os dois gigantes é do tamanho que as distanciam no torneio de pontos corridos. Casagrande Carlos Vinicius é um dos atacantes mais letais Juca Kfouri É preciso reapresentar Weverton a Ancelotti Danilo Lavieri Palmeiras pode celebrar a vitória ou lamentar o placar Ronaldo Lemos O mês em que a inocência em cibersegurança acabou O que ficou cristalino desde o começo do clássico na casa verde. O 1 a 0 só surgiu aos 24 minutos, quando Arias brigou pela posse da bola que sobrou para Marlon Freitas fazer excelente passe para Maurício pela esquerda e ele a abrir o placar. O 1 a 0 já deveria ter saído nove minutos antes, quando Giay o mandou nas alturas. O Verdão se impunha sem maior dificuldade e passava segurança de que construiria, com paciência, o resultado confortável para a volta no caldeirão de São Januário. Torcidas amigas, relações familiares em negociações entre os dois clubes à parte, decisão é decisão e ninguém facilita a vida de ninguém. Com a vantagem o Palmeiras tratou de atrair o Cruzmaltino para atacar os espaços, visto que os cariocas não se contentavam em perder de pouco. Continua após a publicidade Assim aconteceu que, aos 41, depois de Flaco López enfiar a bola entre as pernas de Léo Jardim fora da área, Arias, sem goleiro, cabeceou passe de Giay para o 2 a 0 e PH salvou, também de cabeça, na linha fatal. Com o que o placar mais justo do primeiro tempo acabou por não se concretizar. Haveria o segundo tempo para tanto. Ou não? Só que o Vasco voltou com mais coragem que juízo, foi para cima e logo de cara teve um pênalti de Alexander Barboza, mão na bola, não marcado pela arbitragem. Nem por isso deixou de pressionar. O Vasco subvertia a lógica do encontro, embora, como se sabe, seja antiga a máxima de que futebol não tem lógica. Continua após a publicidade E o Palmeiras contra-atacava com lances agudos desperdiçados a cada dois, três minutos. O problema, tanto de um lado quanto do outro, é que o que se perde de gols hoje em dia parece coisa de louco. O jogo era disputado leal e abertamente, agradável de se ver. Aos 16, Lucas Evangelista deu lugar a Andreas Pereira, O Vasco, que já havia trocado Piton por Cuiabano no intervalo, fez mais duas trocas, aos 20, com Brenner e Ramon Rique, nos lugares de Adson e Lescano. O Palmeiras estava mais perto do segundo gol que de sofrer o empate e ampliar era obrigatório para não sofrer muito no Rio. Continua após a publicidade No que Hinestroza foi aquecer, Arthur e Vitor Roque também foram e entraram antes, nos lugares de Barboza e Maurício, aos 26. Quando o vascaíno entrou, aos 30, Bruno Duarte saiu. Definitivamente o Vasco rejeitava a derrota por mínima vantagem e buscava o empate, ora com Cuiabano, ora com Colidio. Mas, aos 32, Saldivia recebeu segundo amarelo e teve de ser expulso. Com um a menos restava aos visitantes se defender e Gabriel Pereira foi chamado para substituir Colidio, diante de 40 mil torcedores. O Palmeiras não matou a semifinal e o Vasco confia na fama de ser o time da virada. Continua após a publicidade Entre nós, o Palmeiras também é. O Vasco tem do que reclamar, porque Barboza fez pênalti e o assoprador de apito não apitou. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Publicidade Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Peruca de Gretchen cai e cantora continua show ao natural: 'O poder não tá no cabelo' Palmeiras vence River, atual campeão, e fatura a Messi Cup Sub-16 nos EUA Com ataque 'cirúrgico', Grêmio vence Atlético-MG e sai na frente por final Como um jovem que nunca tinha vencido na F1 teve um ano tão fantástico? Abel se recusa a falar sobre polêmicas e revela 'promessa' sobre arbitragem