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O Vasco abriu o dia espremido entre o gramado e o relógio: a Justiça negou a liminar que buscava garantir o Maracanã para a semifinal com o Boca Juniors, diante de laudos conflitantes sobre a preservação do campo [ , ]. A decisão, porém, não fechou a porta: o Ministério Público do Rio recomendou que a Fla-Flu liberasse o estádio por razões de segurança e isonomia, e o clube recorreu, mantendo o Maracanã como plano A [ , ]. São Januário segue como casa preferida, mas a capacidade abaixo do mínimo exigido pela Conmebol mantém a alternativa sob interrogação; enquanto isso, o clube consultou a Arena da Amazônia. Paulo Henrique resumiu o sentimento com a confiança de quem aposta na arquibancada: “São Januário é nossa casa” — e imagina 4 mil torcedores argentinos diante de 20 mil vascaínos [ , ]. Nos bastidores, outra partida decisiva se desenha: o Conselho Deliberativo votaria a proposta de venda de 90% da SAF do Vasco à empresa ligada a Marcos Lamacchia. Conselheiros questionaram as condições do acordo e pediram mais tempo para examinar o contrato; Pedrinho defendeu uma votação aberta e transmitida, enquanto a possibilidade de voto fechado também movimentou a política do clube [ , , ]. No uniforme, a Sportingbet saiu do espaço máster por causa da nova medida sobre apostas, substituída provisoriamente pelo programa Sócio Gigante; e, no Brasileirão, a tabela difícil mantém o alerta aceso na luta contra o rebaixamento [ , ]. Entre a disputa de hoje e a memória que atravessa gerações, Dulce Rosalina ganhou espaço: há 70 anos, tornou-se a primeira mulher a presidir uma torcida organizada no Brasil e ajudou a transformar a arquibancada com papel picado, serpentinas e baterias. Seu legado, que também será tema de enredo da União Cruzmaltina no Carnaval de 2027, lembra que a história do Vasco se escreve tanto nos estádios quanto nas pessoas que os fazem pulsar [ ].