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Análise dos Times

Benfica

Principal

Motivo: Matéria exalta liderança em rankings com dados positivos e cita especialistas elogiando o modelo de formação e mercado

Viés da Menção (Score: 0.7)

Motivo: Menção puramente comparativa como segundo colocado no ranking, sem avaliação de tom

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção puramente comparativa como terceiro colocado no ranking, sem avaliação de tom

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas como comprador na transferência de João Félix, sem tom avaliativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas como comprador na transferência de Enzo Fernández, sem tom avaliativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Citado apenas como comprador na transferência de Darwin Núñez, sem tom avaliativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Motivo: Menção apenas como clube de Vitor Reis em citação de empresário, sem tom avaliativo

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

liverpool chelsea manchester city lille enzo fernandez benfica atletico de madrid ajax darwin nunez vitor reis joao felix cies football observatory alexandre frota claudio fiorito moises assayag

Conteúdo Original

O Benfica foi eleito pelo CIES Football Observatory como o clube com a melhor categoria de base do mundo e lidera o ranking global de saldo de transferências entre as temporadas 2021/22 e 2025/26. Os dois levantamentos foram divulgados em outubro de 2026. O clube português acumulou saldo positivo de € 346 milhões no mercado de transferências no período de cinco temporadas, segundo o CIES. A receita total com negociações chegou a € 811 milhões, enquanto os gastos com contratações somaram € 465 milhões. O desempenho coloca o Benfica à frente do LOSC Lille, segundo colocado no ranking com € 273 milhões, e do Ajax, terceiro com € 270 milhões. O ranking de melhores categorias de base considera três indicadores: o número de jogadores formados por cada clube que atua nas 49 ligas analisadas, o nível esportivo das competições em que esses jogadores participam e os minutos disputados ao longo do último ano. Para ser considerado formado por um clube, o atleta deve ter permanecido na equipe por pelo menos três temporadas entre os 15 e os 21 anos. O Benfica tem 93 jogadores formados em sua base atuando nas ligas analisadas. Quatro deles defendem o próprio clube, e 14 atuam nas cinco principais ligas europeias. ➡️ Siga o Lance! no WhatsApp e acompanhe em tempo real as principais notícias do esporte A estratégia de identificação, desenvolvimento e valorização de talentos se traduz diretamente nos números de transferências. Entre as dez maiores vendas da história do clube, oito foram realizadas entre as temporadas 2019/20 e 2025/26. Os destaques incluem João Félix, negociado com o Atlético de Madrid por € 127,2 milhões; Enzo Fernández, transferido para o Chelsea por € 121 milhões; e Darwin Núñez, vendido ao Liverpool por € 85 milhões. Alexandre Frota, CEO da FutPro Expo, evento anual de negócios no futebol que reúne times, confederações, empresas e profissionais, avalia que os resultados refletem uma abordagem estruturada. "Ganhar o prêmio de melhor categoria de base do mundo e liderar o ranking global de saldo de transferências é o reflexo de um trabalho integrado que une inteligência de mercado, metodologia de ponta e uma expertise comercial para negociar", diz. — Em termos esportivos, a missão principal da base é formar atletas para suprir o time principal, mas o Benfica prova que, se bem trabalhada, ela pode ser uma solução para a saúde econômica e para a competitividade de um clube a longo prazo — complementa Frota. Claudio Fiorito, CEO da P&P Management, empresa que administra a carreira de mais de 150 jogadores, entre eles o zagueiro Vitor Reis, do Manchester City , destaca que o caso do Benfica ilustra a relação entre formação e estratégia institucional. "Identificar talentos, desenvolver suas capacidades e planejar os próximos passos da carreira são fatores que contribuem para a valorização dos jogadores. Em um mercado cada vez mais competitivo, o trabalho de gestão é fundamental para conciliar o desenvolvimento profissional dos atletas com os objetivos esportivos e financeiros das instituições", afirma. Moises Assayag, sócio-diretor da Channel Associados e especialista em finanças do futebol, aponta o desafio que acompanha o sucesso do modelo. Segundo ele, o saldo de € 346 milhões em cinco temporadas "mostra a força dessa estratégia e sua boa execução", mas o clube precisa "administrar esses recursos para sustentar a operação, financiar novos investimentos e manter a competitividade esportiva".