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Análise dos Times

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O Brasil venceu a Austrália por 4 a 2 nesta terça-feira (29), com gols de Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vini Jr , no Suncorp Stadium, pelo segundo amistoso entre as seleções. No entanto, uma discussão envolvendo o Endrick e o Harry Souttar virou assunto entre os europeus. ➡️ Veja gols em Austrália e Brasil pelo amistoso internacional Aos 21 minutos da segunda etapa, Endrick se irrita com Souttar após disputa de bola, empurra o adversário pelas costas e o clima esquenta entre os jogadores. Na sequência, o atacante brasileiro fica caído após ser empurrado por um membro da comissão técnica da Austrália. Logo após, Endrick dá a assistência do gol da virada de Bruno Guimarães. ➡️ Tudo sobre os maiores times e as grandes estrelas do futebol no mundo afora agora no WhatsApp. Siga o nosso canal Lance! Futebol Internacional Veja: Veja a repercussão: Tradução: Primeiro: Endrick empurrando Souttar é hilário, parece um toddler. Segundo, cair depois de um dedo roçar sua bochecha de forma amigável é simplesmente constrangedor. Tradução: Endrick, tecnicamente, ajudou o gol de Bruno com sua mesquinhez um minuto antes, o que os deixou irritados, e eles finalmente marcaram. Tradução: Isso era formalmente amigável. Agora virou Noite de Luta no Suncorp Atuação lamentável de Endrick ali também Quem ganharia uma briga entre Endrick e Souttar? Tradução: Será que o Souttar pode simplesmente ir até o Endrick e chamá-lo de rejeitado do Madrid? Tradução: Endrick se meteu em uma briga com um dos gigantes da Austrália. O que ele estava pensando!? Tradução: Esses brasileiros e australianos estão prestes a trocar socos, juro. Os brasileiros, especialmente, não estão nem aí para como a Austrália é fisicamente. O Endrick literalmente começou uma briga mais cedo também kkkkkk. Com sete mudanças e um meio-campo reforçado em relação ao primeiro amistoso com a Austrália, o Brasil começou a partida em Brisbane querendo apagar a má impressão deixada na semana passada. E precisou de apenas dois minutos para isso: após bela troca de passes, que iniciou em Bruno Guimarães e passou por Danilo e Rayan, Vanderson recebeu na direita da grande área e chutou bonito no ângulo oposto para fazer 1 a 0. O gol logo no início deu à Seleção confiança para seguir no ataque. No meio, Danilo e Bruno Guimarães eram bastante participativos, e Gabriel Bontempo se movimentava com timidez. No ataque, Rayan e Vini Jr sentiam a marcação, enquanto Raphinha, ostentando a braçadeira de capitão, era acionado em bolas longas. O jogo estava à feição do Brasil, mas, aos poucos, os erros de passes, em especial na transição, cobraram o preço. A Austrália chegou a um empate fortuito por meio de Circati após cobrança de escanteio aos 28, e virou cinco minutos depois quando Metcalfe chutou de fora da área. No fim, Raphinha empatou de pênalti. A Seleção perdeu Raphinha para o segundo tempo — o jogador sentiu desconforto muscular . Endrick entrou, e aos poucos Ancelotti passou a mexer bastante no time. Andrey Santos, Matheuzinho e Estêvão foram os primeiros; depois, Martinelli ganhou a primeira chance com a camisa do Brasil. As mudanças fizeram o Brasil perder um pouco da organização, mas não a vontade. O time seguiu ofensivo e aproveitou para, enfim, vencer com alguma tranquilidade. Bruno Guimarães fez 3 a 2 aos 24, e Vini Jr, de pênalti, ampliou aos 34.