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Só para assinantes Assine UOL Reportagem Cruzeiro é bicampeão de presente a Tostão Juca Kfouri Colunista do UOL 25/01/2026 13h04 Deixe seu comentário Gustavinho comemora gol marcado pelo Cruzeiro contra o São Paulo na final da Copinha Imagem: Fabio Giannelli/AGIF Carregando player de áudio Ler resumo da notícia No dia dos 79 anos de Tostão (leia AQUI ) o melhor e maior jogador da história do Cruzeiro, o Cabuloso ganhou pela segunda vez a Copinha. E ganhou do mesmo rival derrotado em 2007 e no mesmo palco: o São Paulo, no Pacaemnu. O São Paulo lutava pelo hexacampeonato, e se isolar como segundo maior vencedor, ao deixar para trás Fluminense e Inter. O Corinthians tem 11 títulos e só não tem 13 porque duas vezes perdeu a decisão para o São Paulo, como no ano passado. Juca Kfouri Cruzeiro é bicampeão de presente a Tostão Wálter Maierovitch A ética ambígua de Fachin na defesa de Toffoli Milly Lacombe Fifa lança Copa feminina no Brasil e destaca homens PVC Crespo não cai, mas postura causa incômodo A sofrida torcida tricolor não lotou o estádio, mas apareceu em grande número, assim como a azul que, evidentemente menor, fazia barulho desde o começo, ainda mais depois do gol do lateral-esquerdo William Almeida, de cabeça, na segunda trave, depois de escanteio pela direita, aos 12 minutos. Vale repetir que torneios da base valem mais pelos jogadores que revelam do que pelas taças conquistadas. E tanto Cruzeiro quanto São Paulo, em ótimo jogo, lá é cá quase o tempo todo, mostraram jogadores promissores. Os mineiros foram um pouco melhores no primeiro tempo e poderiam ter vencido caso tivessem mais pontaria e frieza na hora de finalizar, embora também os paulistas tenham desperdiçado pelo menos uma grande chance já nos acréscimos, segundos antes de empatar 1 a 1, com o zagueiro Isac. Verdade também que os goleiros Vitor, do Cruzeiro, e João Pedro, foram muito bem. O segundo tempo foi disputado como o primeiro em ritmo intenso e em cada descida os dois lados ameaçavam a meta adversária em final eletrizante, 22 jogadores sem medo de serem felizes. Continua após a publicidade Foi então que, aos 73, Gustavinho bateu de fora da área, deu na trave e nas costas de João Pedro e morreu na rede: 2 a 1. Dois minutos depois Paulinho caiu na área, foi marcado pênalti e o VAR ajustou para fora da área em frustração tricolor. A falta, bem batida, valeu boa defesa de Vitor. Daí para frente só deu São Paulo e com um a menos porque Felipe Oliveira se machucou e não havia mais trocas a fazer. Deu Cruzeiro, de presente para Tostāo e para a imensa torcida do Trem Azul. Com justiça e depois de perder o 3 a 1 nos acréscimos de sete minutos de maneira inacreditável. O são-paulino, definitivamente, não vive dias felizes. O Cruzeiro venceu os nove jogos que disputou. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Juca Kfouri por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Estêvão tem atuação de gala e comanda vitória 'brasileira' do Chelsea Dono do Tayayá diz que irmãos de Toffoli têm cota no condomínio do resort Queda de raio fere dezenas em ato de Nikolas em Brasília Cruzeiro vence a Copinha pela 2ª vez e quebra jejum; veja lista de campeões Cruzeiro repete 2007, bate São Paulo na final e é bicampeão da Copinha