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Análise dos Times

Fluminense

Principal

Motivo: Matéria foca na volta do Fluminense ao G6, mas critica a irregularidade do desempenho e a performance instável, apesar da vitória.

Viés da Menção (Score: 0.1)

Motivo: Ceará é descrito como burocrático, com pouca criatividade ofensiva e em seu pior momento, acumulando derrotas.

Viés da Menção (Score: -0.3)

Palavras-Chave

Entidades Principais

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Conteúdo Original

O Tricolor Carioca chegou ao oitavo jogo sob o comando de Luis Zubeldia e alcançou a quinta vitória no período. Os 16 pontos conquistados em 24 possíveis proporcionaram um retorno ao G-6, espaço que o Fluminense não frequentava há pouco mais de três meses. A expectativa do torcedor agora é que o time alcance mais regularidade e desperte confiança para a reta final da temporada. A vitória por 1x0 na noite desta quarta, no Maracanã, mais uma vez reservou um rendimento instável. O placar foi aberto em linda cobrança de falta de Renê, mas oriunda de um erro de arbitragem. A produtividade do time na 1ª etapa foi muito baixa. O nível de atuação melhorou no 2º tempo, mas o placar magro e perigoso persistiu até o final. O Ceará, por sua vez, fez pouco para merecer o empate. Escalações Luis Zubeldia contou com os retornos de Martinelli e de Freytes. Ignácio e Bernal voltaram para o banco. O restante do time foi o mesmo que bateu o Internacional. Léo Condé seguiu sem Dieguinho e Marcos Victor. Lourenço fez dupla de volantes com Vinícius Zanocelo. Richardson iniciou entre os reservas. Marllon foi mantido na zaga. 2 de 5 Como Fluminense e Ceará iniciaram o duelo atrasado da 12ª rodada do Brasileirão 2025 — Foto: Rodrigo Coutinho Como Fluminense e Ceará iniciaram o duelo atrasado da 12ª rodada do Brasileirão 2025 — Foto: Rodrigo Coutinho O jogo Mais uma vez a arbitragem foi o centro das atenções em uma etapa de jogo do Brasileirão. O paulista Flávio Rodrigues de Souza teve papel determinante no placar ao término dos primeiros 50 minutos no Maracanã. Viu toque na mão de Marllon em um lance que a bola bateu na lateral do tronco do zagueiro. Renê cobrou a falta do bico direito da grande área com maestria e inaugurou o marcador. Bruno Ferreira não conseguiu reagir a tempo, foi atrapalhado pelos diversos jogadores de sua equipe e da adversária que entraram em sua frente. A típica bola rápida e complicada para o goleiro defender. Trabalhar, aliás, não foi algo que nenhum dos dois arqueiros precisou fazer ao longo da monótona 1ª etapa. A criatividade das duas equipes foi baixíssima. Apenas quatro finalizações antes do intervalo. Um jogador merece destaque pelo que tentou produzir ofensivamente. O baixinho Lucho Acosta. Se moveu com desenvoltura pelo meio-campo. Tentou sair do raio de ação dos volantes do Ceará. Trabalhou às costas de Zanocelo e Lourenço, mas também buscou os flancos para receber com liberdade e fazer a bola andar. Faltou mais qualidade e inspiração a seus companheiros. John Kennedy teve muitas dificuldades para achar a melhor forma de receber a bola. Cometeu erros ao tentar fazer pivôs. Canobbio gerou o volume habitual, mas foi pouco efetivo até o intervalo. Serna e Martinelli estiveram mal tecnicamente. Hércules foi um pouco mais preciso. O time tentou aproximações e jogadas combinadas perto da área, mas teve pouco poder de penetração. 3 de 5 Gol de Renê - Fluminense x Ceará - Brasileirão - 12ª rodada — Foto: André Durão Gol de Renê - Fluminense x Ceará - Brasileirão - 12ª rodada — Foto: André Durão O Ceará tinha a nítida estratégia de marcar um pouco mais atrás até levar o gol. Conseguiu proteger bem a área. Tanto que as outras jogadas relevantes do Fluminense foram anuladas por impedimento. Ofensivamente, no entanto, deixou muito a desejar. Foi um um time extremamente burocrático. Sem repertório ofensivo para de fato incomodar o Tricolor. Tentou alguns passes diretos para Pedro Raul escorar, mas ele foi totalmente anulado por Thiago Silva. Buscou algumas saídas com passe curto também. Quase sempre com Zanocelo iniciando e tendo Vina como alvo nas costas de Martinelli e Hércules, mas as jogadas não tiveram prosseguimento desta forma. Até mesmo combater forte longe da própria área para ter possibilidades de iniciar contragolpes não foi algo que tenha ocorrido. Léo Condé tirou Pedro Raul e Lourenço no intervalo. Pedro Henrique e Richardson entraram. No Tricolor, Hércules deu lugar a Bernal. 4 de 5 Thiago Silva e Pedro Raul em disputa de bola - Fluminense x Ceará - Brasileirão - 12ª rodada — Foto: André Durão Thiago Silva e Pedro Raul em disputa de bola - Fluminense x Ceará - Brasileirão - 12ª rodada — Foto: André Durão Pedro Henrique somou mais agressividade para pressionar os zagueiros do Fluminense na saída de bola, mas o time nem sempre acompanhou esse movimento. A equipe da casa encontrou um pouco mais de entendimento coletivo ao se aproximar da área no 2º tempo. Canobbio subiu de produção e fez duas boas jogadas antes dos 15 minutos. Chegou a acertar a trave logo depois. Acosta também assustou ao bater da entrada da área. Se entendeu bem com Renê, outro que seguia muito bem em campo. Condé continuou promovendo mudanças no Vozão. Não demorou a sacar o apagado Vina e o paraguaio Galeano. Mugni e Aylon entraram. Já Zubeldia utilizou Cano e Keno antes da metade do 2º tempo. John Kennedy e Serna deixaram o gramado. O centroavante argentino chegou muito perto de marcar em seu primeiro lance no jogo. Mesmo com a vantagem no placar, o Fluminense seguia mais presente no campo de ataque, mas desta vez era mais fluido ofensivamente. O Ceará não conseguia se defender como na 1ª etapa e também não encaixava contragolpes. 5 de 5 Juan Pablo Freytes - Fluminense x Ceará - 12ª rodada - Brasileirão — Foto: André Durão Juan Pablo Freytes - Fluminense x Ceará - 12ª rodada - Brasileirão — Foto: André Durão O Tricolor perdeu Canobbio, que sentiu o rosto após choque com Matheus Bahia e deu lugar a Riquelme aos 30'. Já o Alvinegro pôs em campo um nome conhecido da torcida carioca. Paulo Baya substituiu Fernandinho. Riquelme e Cano ainda tiveram oportunidade para finalizar na reta final do jogo, mas não foram contundentes. Bruno Ferreira fez ótima defesa em chute cruzado de Keno. O Vozão buscou pressionar nos acréscimos. Chegou a ocupar a área do Fluminense. Finalizou com Fabiano Souza após cobrança de escanteio. O lateral mandou pra fora em um lance de relativo perigo. Retrato de uma equipe inoperante para arrematar. O Ceará agora acumula quatro derrotas nos últimos seis jogos. Vive seu pior momento no campeonato.