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Esporte Justiça paraguaia prende empresária acusada de falsificar documentos de Ronaldinho 13/04/2026 19h13 Deixe seu comentário Dalia López com Ronaldinho Imagem: Reprodução A justiça paraguaia mandou para a prisão nesta segunda-feira (13) uma empresária acusada de ter fornecido documentos falsos a Ronaldinho Gaúcho, o que levou o ex-jogador a ficar preso por quase seis meses em Assunção, em 2020. A paraguaia Dalia López foi detida em 2 de abril na capital paraguaia, após ficar foragida por seis anos, e vinha sendo mantida sob custódia policial desde então. Nesta segunda-feira (13), o juiz Francisco Acevedo citou o "risco de fuga" e confirmou que López deve permanecer em prisão preventiva no presídio feminino de Emboscada, localizado a 35 quilômetros de Assunção. Alexandre Borges Trump x papa Leão 14: existe guerra justa? Sakamoto Relator de CPI poupa colegas em ano eleitoral Carlos Nobre A guinada verde da China e a pressão sobre o Brasil Milly Lacombe Atitude da diretoria do Flu pode pôr o ano a perder Dalia López é acusada de associação criminosa e de, supostamente, ter fornecido documentos falsos a Ronaldinho e a seu irmão e empresário, Roberto de Assis Moreira. A empresária de 55 anos havia organizado a visita de Ronaldinho Gaúcho ao Paraguai para participar de um evento beneficente. Ao chegar ao país, o ex-jogador foi detido por apresentar um passaporte e uma carteira de identidade falsificados. Ronaldinho passou quase um mês na prisão do Grupo Especializado da Polícia de Assunção e teve de pagar uma fiança de US$ 1,6 milhão (cerca de R$ 8 milhões na cotação atual) antes de ser colocado em prisão domiciliar, junto com seu irmão. Eles ficaram hospedados em um hotel na capital paraguaia até conseguirem a liberdade. Até o momento, 18 pessoas foram indiciadas por terem ligação com o caso. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash As mais lidas agora Com petróleo a US$ 100, governo quer reviver a estatal BR Distribuidora Indiciamento de ministros do STF pela CPI é inconstitucional, diz jurista Ouvidoria quer apuração por demora em socorro a mulher baleada por PM em SP O que comer para ter articulações mais fortes e o que evitar Gilmar e Toffoli dizem que relatório da CPI pode configurar abuso de poder