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Só para assinantes Assine UOL Opinião Quando o passado parece ecoar e o desafio é sobreviver Yara Fantoni Colunista do UOL 07/11/2025 08h22 Deixe seu comentário Carregando player de áudio Ler resumo da notícia Existe uma espécie de dor amarga, que não apaga as glórias, protagonismo e a tradição, mas que se transforma em peso quando o presente não só cobra, mas ameaça derrubar. E no caso do Santos, o que vemos hoje é esse peso encorpado em forma de tabela, críticas e riscos de um novo rebaixamento. Com a derrota para o Palmeiras por 2 a 0, o time entrou na zona da degola. E como criar forças para sair. O Santos, clube com DNA de camisa pesada no futebol brasileiro, está em apuros. Não se trata somente de escapar ou não da Série B, trata-se de preservar identidade, ambição e autoestima de um clube que já brilhou com craques e conquistas. Hoje, ao olhar a tabela, vemos um Santos sem margem de erro, com rodadas decisivas nas próximas semanas, e um adversário constante: o tempo. Há nomes talentosos, mas a entrega coletiva, a consistência, parecem instáveis. O técnico Juan Pablo Vojvoda tenta ajustes, mas as respostas em campo tardam. A torcida da Vila Belmiro não quer só ver o Peixe dentro da Série A; quer ver um Peixe com alma, briga, postura. José Paulo Kupfer Analistas dizem uma coisa, operadores fazem outra PVC Santos terá 3 finais com Neymar após derrota Wálter Maierovitch Prisão terá que reeducar Bolsonaro para a sociedade Marco Antonio Sabino O que o prefeito de NY pode aprender com Nunes Para virar o jogo, o Santos tem que recuperar o padrão defensivo para cessar vazamentos evitáveis, intensificar o preparo físico/mental para não "despencar" nas fases decisivas e retomar o protagonismo ofensivo com a bola chegando em condições, finalizações contundentes. Trabalhar os jogos em casa como base segura, pois a Vila Belmiro não pode virar palco de sustos. Ainda que o cenário seja complicado, ele não é intransponível. Já vimos viradas improváveis, clubes esportivamente e emocionalmente ressurgirem. Cada jogo daqui para frente pode pesar duplamente, pela tabela e pela alma. O clube que já mostrou ao mundo do futebol o que era "vencer bonito", "eterna base", "garotos da Vila", ainda tem dentro de si a faísca para reagir. Opinião Texto em que o autor apresenta e defende suas ideias e opiniões, a partir da interpretação de fatos e dados. ** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Yara Fantoni por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Bortoleto é 5º em primeiro treino com um F1 em Interlagos e Norris lidera Rede de gatonet derrubada tinha mais cliente que líder em TV paga no Brasil Filha de ex-deputado petista diz que irmão, que o matou, 'não é um monstro' Após 11 anos juntos, Gloria Groove e Pedro Lopes se casam em São Paulo Padre Fábio de Melo vive com doença 'terrível' há mais de 20 anos