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O Fluminense chegou ao Maracanã pressionado: depois da eliminação na Libertadores e de três derrotas seguidas no Brasileirão, precisava responder diante do Internacional e proteger sua posição na disputa continental. O primeiro tempo, porém, ofereceu mais tensão que futebol; e, aos 57 segundos da etapa final, Alan Patrick colocou os visitantes na frente. [ , ] Quando o empate já parecia um destino resignado, Hércules acertou um belo chute de fora da área aos 33 minutos; nos acréscimos, Lucho Acosta aproveitou o rebote e virou o jogo no último lance. A vitória por 2 a 1 encerrou a sequência negativa e levou o Fluminense a 54 pontos, ainda em quinto lugar — um suspiro conquistado no sufoco, não uma atuação capaz de apagar todas as dúvidas. [ , , ] A noite também teve arquibancada impaciente: Hulk saiu sob vaias e discutiu com um torcedor; depois, pediu desculpas e reafirmou seu respeito à torcida. No vestiário emocional do clube, Nonato contou que ainda sente o peso do pênalti perdido na semifinal, mas destacou o apoio de Thiago Silva; Marcão, por sua vez, valorizou os reservas que mudaram a partida. Entre feridas recentes e alívio tardio, o Tricolor saiu com os três pontos — e perguntas suficientes para a comissão técnica levar adiante. [ , , , ]