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Análise dos Times

Brasil

Principal

Motivo: O artigo foca no desempenho de Danilo pela seleção, destacando seu brilho em partida recente e sua candidatura para a Copa. O tom é de expectativa positiva para o jogador com a camisa canarinho.

Viés da Menção (Score: 0.8)

Motivo: A análise sobre o Nottingham Forest é crítica, apontando a política de "entra e sai" e a falta de espaço para Danilo após lesão. O clube é retratado como um ambiente instável para o jogador.

Viés da Menção (Score: -0.5)

Motivo: O time é mencionado como o clube de origem de Danilo, onde ele conquistou títulos importantes. A menção é positiva, mas não é o foco principal da análise.

Viés da Menção (Score: 0.3)

Motivo: O Botafogo é apenas o destino do retorno de Danilo ao Brasil, sem um aprofundamento ou julgamento sobre o clube em si.

Viés da Menção (Score: 0.0)

Palavras-Chave

Entidades Principais

Botafogo Palmeiras Brasil Carlo Ancelotti Premier League Copa do Mundo Inglaterra Nottingham Forest Danilo Santos

Conteúdo Original

Só para assinantes Assine UOL Reportagem Por que Danilo, destaque da seleção contra Croácia, não vingou na Europa? Rafael Reis Colunista do UOL 02/04/2026 05h30 Deixe seu comentário Resumo Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Danilo Santos brilhou já na primeira partida como titular da seleção brasileira Imagem: Rafael Ribeiro / CBF Destaque da seleção na vitória por 3 a 1 sobre a Croácia, o meia Danilo Santos precisou largar a Premier League inglesa, o campeonato nacional mais badalado do planeta, e retornar ao Brasil para entrar na corrida por uma vaga na Copa do Mundo-2026. O jogador de 24 anos, que abriu o placar no amistoso de terça-feira, logo em sua primeira partida como titular com a camisa canarinho, é um daqueles tantos exemplos de brasileiros que "bateram e voltaram" no futebol europeu. A cria do Palmeiras foi negociada com o Nottingham Forest em janeiro de 2023, depois de conquistar duas Libertadores e um Campeonato Brasileiro pela equipe paulista. Em julho passado, fez o caminho de volta e assinou com o Botafogo. Juca Kfouri Inter dá mole e quase leva virada do São Paulo Daniela Lima Decisões de Fachin geram clima horroroso no STF Wálter Maierovitch Moraes faz escapismo para se defender Josias de Souza Moraes agiu como Ícaro ao voar em jatos de Vorcaro Dois fatores são os principais para explicar por que Danilo Santos, agora um forte candidato a disputar o Mundial pela seleção mais vitoriosa da história, não conseguiu se firmar na Inglaterra. O primeiro foram os problemas físicos que acompanharam sua jornada na Premier League. O brasileiro vinha de uma primeira temporada completa bastante satisfatória pelo Forest quando, logo na segunda partida de 2024/25, sofreu uma fratura no tornozelo esquerdo. A lesão deixou o meia fora de ação por cinco meses. Quando retornou, o time já estava devidamente estruturado e não havia mais espaço entre os titulares para ele. Aí, entra o segundo ponto que foi crucial para sua saída. O Forest não é lá dos clubes que mais prezam pela manutenção do elenco. Por lá, o entra e sai de atletas é frequente. Quem não dá certo logo de cara costuma ser negociado rapidamente. Havia ainda um componente extra para viabilizar o negócio: a proximidade do dono da equipe inglesa, Evangelos Marinakis, com John Textor. Como o Botafogo tinha interesse em repatriar Danilo Santos e seu parceiro comercial responsável pelas contratações de John, Cuiabano e Jair Cunha não fazia muita questão de mantê-lo, o acordo foi fácil de ser selado. No total, a nova arma de Carlo Ancelotti para o Mundial-2026 passou dois anos e meio na Inglaterra. Ele disputou 62 partidas pelo Forest, com seis gols e quatro assistências. Continua após a publicidade Relacionadas Tem salvação? Itália até vai bem na base, mas peca na hora da transição Pintou a favorita? Como foi a Data Fifa das maiores adversárias da seleção Copa terá pré-convocações até 11 de maio; listas finais ficam para dia 30 Caminho do hexa Depois da derrota para França e da vitória sobre a Croácia na recém-encerrada Data Fifa, a seleção fará ainda mais dois amistosos preparatórios para a Copa, já às vésperas do torneio e com o elenco que tentará o hexacampeonato mundial. Primeiro, os comandados de Ancelotti jogarão contra o Panamá, em 31 de maio, no Maracanã, para se despedir da sua torcida antes da viagem para a América do Norte. Já em 6 junho, terão pela frente o Egito, em Cleveland. O Brasil está no Grupo C e iniciará a corrida pela sexta estrela frente a Marrocos, no dia 13 de junho. Haiti e Escócia serão os outros adversários na fase de classificação. As três partidas estão marcadas para os Estados Unidos. A maior de todas Marcada até o momento pela ausência da Itália e pelo risco de desistência do Irã, que está em guerra com os norte-americanos, a Copa-2026 será a mais grandiosa já realizada. Pela primeira vez na história, terá jogos espalhados por três países diferentes: Canadá, EUA e México. Continua após a publicidade Também estabelecerá novos recordes de número de seleções participantes (48, contra 32 das últimas sete edições do torneio), jogadores inscritos (mais de 1.200) e partidas disputadas (104). O pontapé inicial está marcado para 11 de junho e será dado no estádio Azteca, na Cidade do México, com a partida entre a seleção da casa e a África do Sul. A final será nos EUA, em Nova Jérsei, no dia 19 de julho. Reportagem Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis. Comunicar erro Deixe seu comentário Veja também Deixe seu comentário O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL. UOL Flash Acesse o UOL Flash Receba novos posts de Rafael Reis por email Informe seu email Quero receber As mais lidas agora Trump debocha de Macron em almoço privado: 'Ainda se recupera de soco' Fluminense atropela o Corinthians em noite com briga e gesto obsceno Fluminense bate no Corinthians com os pés nas costas BBB 26: Samira revela a Ana Paula que mentiu sobre Anjo: 'Dia da mentira' Dorival dispensa 'créditos' enquanto pressão aumenta no Corinthians