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Jogadores do Athletico elegem as músicas que mais gostam da torcida na Baixada As equipes se enfrentam pelos pontos corridos da Série A desde 2014, e a Chapecoense ainda não conseguiu vencer como visitante. Mas sete confrontos com este mando, foram três vitórias do Athletico-PR e quatro empates. Desta vez, há três questões complementares que dificultam a missão da Chape: a equipe catarinense é a visitante que mais sofreu finalizações, com média 18,3, e o Athletico está com a segunda maior eficiência ofensiva mandante, com um gol a cada 5,7 tentativas. A equipe paranaense está com a quarta melhor campanha mandante (4 V, 0 E, 1 D, 80%), com o quarto melhor ataque caseiro (dez gols em cinco jogos, média 2,00) e quarta melhor defesa (quatro gols sofridos, 0,80). 1 de 1
Favoritismos #11 - Athletico-PR x Chapecoense — Foto: Gato Mestre Favoritismos #11 - Athletico-PR x Chapecoense — Foto: Gato Mestre A Chapecoense está com o quarto pior desempenho mandante (0 V, 1 E, 2 D, 11%), com o pior ataque forasteiro (um gol, média 0,33) e a 11ª defesa (cinco gols sofridos, 1,67). O Athletico-PR é o terceiro mandante que menos finalizou no Brasileirão, com média 11,4 por partida, mas ainda assim consegue média de dois gols marcados por jogo graças à eficiência de um gol a cada 5,4 tentativas. A média de 18,3 finalizações sofridas pela Chapecoense nos jogos fora de casa seria suficiente para o Athletico fazer três gols no jogo, embora a equipe catarinense esteja com a nona resistência defensiva, um gol sofrido a cada 11,0 conclusões contrárias (mas enfrentará um dos ataques mais precisos entre os mandantes). As duas equipes marcaram seis dos últimos dez gols a partir de jogadas aéreas, mas o que pesa a favor do Athletico é que a Chapecoense sofreu seis dos últimos dez gols após bolas altas. E a marca só não é maior porque sofreu quatro gols do Atlético-MG e três foram rasteiros. Antes desse jogo contra o Atlético, eram oito de dez gols a partir de jogadas aéreas. O Athletico-PR só sofreu dois dos últimos dez gols após bolas erguidas pelos adversários. *Devido aos arredondamentos, a soma das probabilidades é diferente de 100% *As probabilidades de ocorrência de cada resultado são calculadas pelo economista Bruno Imaizumi com a aplicação de modelos estatísticos sobre microdados coletados desde 2013 pela equipe do Gato Mestre, formada pelos jornalistas Arthur Sandes, Davi Barros, Felipe Tavares, Guilherme Maniaudet, Gustavo Figueiredo, Leandro Silva, Matheus Guimarães, MIllena Paes Leme (estagiária), Roberto Maleson, Rodrigo Breves e Valmir Storti, pelos cientistas de dados Bruno Benício e Vitor Patalano e pelo programador Gusthavo Macedo.